segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Conflito de gerações e coaching

Eliana Dutra, diretora executiva da Pro-Fit Coaching e vice-presidente da ICF Brasil, faz uma análise sobre como o coaching pode contribuir para minimizar o impacto do conflito de gerações.


Quando eu era adolescente, estava na moda falar de conflito de gerações. Éramos os Baby Boomers causando estranheza a nossos pais, a Geração S (Silent Generation). Lembro que, na época, ao ouvir toda aquela conversa sobre conflito de gerações pensava que estava tudo muito superestimado. Pensava: “o problema não é uma questão de geração, o problema é que nossos pais estão realmente ultrapassados”. 

O tempo passou e tive uma filha. Ela cresceu, tornou-se uma mulher e comecei a pensar que talvez meus pais não estivessem tão errados. Bem, se você tem mais de 30 anos provavelmente já conhece o resto desta história: hoje, revendo o que diziam para mim quando adolescente, percebo como eles eram sábios e o quanto tinha a aprender com eles.
Lembro também que quando a Geração X entrou na vida corporativa não se percebia grandes conflitos dentro das organizações, pois apesar deles não gostarem de regras, entendiam que as empresas eram um “mundo diferente" e ainda era a época do “manda quem pode obedece quem tem juízo”.

Atualmente, junto com as mídias alternativas do mundo da internet, está nas empresas uma nova geração: os “Y’s”, filhos da Geração X e netos dos Baby Boomers. Eles não têm medo de hierarquia, se sentem especiais e querem ser tratados como tal. São ambiciosos e como frutos da “era da informação” querem aprender cada vez mais, até porque o excesso de informação e sua fragmentação não os confundem.

No Brasil, esta geração chega ao mundo empresarial  numa década de grande crescimento do país. Em quase toda empresa ouço um Baby Boomer dizendo (com orgulho): “Na verdade, eu já estava pensando em me aposentar, mas a empresa pediu para eu ficar um pouco mais” ou “Eu já estava trabalhando em outra coisa, mas eles me chamaram de volta para trabalhar aqui”. 

Indústrias, como a Naval, por exemplo, ressurgiram com força convocando profissionais de experiência para trabalhar e liderar duas gerações muito diferentes. Não há porque se espantar que haja conflitos. 

Imagine juntar na mesma sala o sujeito da geração Baby Boomer, que abriu mão de ser hippie para sustentar a família; o cara da Geração X que pensa: “manda quem pode obedece quem tem juízo” e a garotada Y para quem é natural “falo o que penso, não importa seu cargo”. 
A primeira coisa que se ouve é a reclamação de que eles não respeitam nada. O que isso me lembra? Ah! O que é mesmo que meu avô dizia quando via chegar meu primo de cabelo comprido, sapato sem meia e camisa para fora da calça? Pois é, é a mesma história que se repete.

Mas o que tudo isto tem a ver com coaching? De acordo com a maioria das pesquisas, a questão financeira aparece como um dos três fatores mais importantes que precisam estar presentes na empresa para atrair e reter a Geração Y. Os outros dois são: aprendizagem e desenvolvimento e horário de trabalho flexível. A boa notícia é que o aprendizado e o desenvolvimento são considerados por eles ainda mais importante do que o dinheiro, o que não é de espantar já que nasceram na era da informação. 

Então, como os Y’s não têm o mesmo tipo de respeito pela autoridade das gerações anteriores, como querem ter maior responsabilidade, ter voz ativa e fazer diferença e como, por causa disso tudo, muitas vezes tomam iniciativas sem considerar a hierarquia e a experiência anterior, precisam compreender os limites do que sabem e do que ainda não sabem. 

Além disso, por terem a tendência a trabalhar cooperando uns com os outros é fácil eles perderem o foco do trabalho que precisa ser realizado e fazer só o que têm vontade de fazer. Por isso, os Baby Boomers e a Geração X precisam urgentemente de uma nova ferramenta para lidar e liderar esta turma, e a técnica de coaching é a mais recomendada.  
Aprendendo a prática de coaching, o gestor Baby Boomer, que tem a tendência de ser diretivo, aprende a ouvir as ideias e, assim, a Geração Y se sente especial por poder contribuir produtivamente. Aprende ainda a perguntar de forma estruturada, o que tornará sua vida mais fácil do que ficar lutando para impor suas diretrizes e, simultaneamente, leva tanto a Geração Y como a X  a descobrir não só o limite de seu conhecimento como também novas respostas que tinha dentro de si e nem sabia.  

O gestor da Geração X aprende a ajustar seu estilo de liderança à situação e ao tipo de equipe. Aprende a desenvolver um ambiente de segurança e confiança (o que eles gostam, mas não sabem como fazer). 

 A Geração Y adora e aprende rápido a fazer coaching não só com a sua equipe, mas também em pares e, nenhuma surpresa, com os próprios chefes. Outro dia conversando com uma executiva ela me falou: “foi bom para minha equipe passar pelo treinamento de coaching. Agora, a cada vez que eu levanto um problema minha equipe de Y’s se torna coach e me pergunta: e quais são as alternativas de solução? E o melhor é que estamos realmente encontrando soluções inovadoras”. 

Grandes empresas multinacionais como a IBM e a Nokia ensinam coaching aos gestores há anos. Empresas nacionais como a Golden Cross e a Sulamerica também o fazem. O importante é perceber que há, hoje, quatro gerações convivendo no mercado corporativo e que conflitos entre elas são inevitáveis. Porém, por meio do coaching, os gestores descobrem como minimizar esses efeitos, fortalecendo suas equipes e atingindo excelência. 

Eliana Dutra (Diretora executiva da Pro-Fit Coaching e vice presidente da ICF Brasil)

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28/02/2011


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sustentabilidade e acompanhamento online do conserto são diferenciais em oficina mecânica administrada por uma mulher

Empresária pesquisou por seis meses antes de abrir seu empreendimento em São Paulo

Marcus Vinicius Pilleggi
Dani Gurgel
Bimmer: atendimento especializado e sustentabilidade em oficina mecânica
A administradora de empresas Rose Candeo decidiu empreender em um mercado geralmente dominado por homens: oficinas mecânicas. Para ter sucesso, a empresária pesquisou o mercado e tentou entender as necessidades de um público alvo definido: os donos de carros importados. No final de 2009, depois de quase um ano de pesquisas, ela fundou a Bimmer, um centro automobilístico especializado em veículos importados. Além da mecânica especializada,o empreendimento possibilita que o dono do carro acompanhe, online - pela página da empresa -, o conserto de seu veículo, graças a câmeras colocadas nos elevadores mecânicos.

A empresária conta que a ideia do negócio surgiu da necessidade. Envolvida há vários anos com revenda de carros, Rose verificou a falta de unidades de atendimento mecânico voltadas a veículos importados. Assim, ela e o marido resolveram investir no ramo, com um atendimento especializado. “Nas nossas pesquisas de mercado vimos que havia duas opções a serviço do consumidor: concessionárias, que têm um serviço caro, e as mecânicas normais, que não têm estrutura para atender esse tipo de carro”, diz.

Depois de seis meses de pesquisas, verificando, inclusive, como funciona esse tipo de negócio lá fora, foram mais seis meses para encontrar um bom ponto comercial. Localizada na Vila Olímpia, bairro nobre de São Paulo, a Bimmer recebeu um investimento inicial de R$ 700 mil.

A ideia de oferecer o acompanhamento online apareceu naturalmente, segundo Rose. “Hoje, com tanta tecnologia, esse tipo de serviço não tem um custo absurdo. De qualquer maneira, as câmeras iam ser colocadas por questão de segurança. Unimos o útil ao agradável (para o cliente) e proporcionamos um atendimento diferenciado”, afirma. Rose diz que o brasileiro tem muito carisma pelo seu carro e sempre quer acompanhar onde ele está, daí possibilitar que o cliente veja o conserto em tempo real. O sistema é simples: quando dá entrada na oficina, o cliente recebe um login e senha para acessar o serviço online. Para Rose, até agora o serviço tem sido mais um teste: “A divulgação desse serviço não estava sendo muito grande; agora pretendemos investir mais nisso”, garante.

À frente de 12 funcionários, sendo seis mecânicos e seis administradores, Rose preocupou-se em dar uma cara mais verde ao seu empreendimento. Para isso, usa equipamentos para reaproveitar a água da chuva, que é armazenada em dois tanques e reutilizada. Durante o dia, a iluminação é totalmente natural. Um sistema separa o óleo da água para ser descartada de forma limpa e o lixo é retirado por empresas homologadas que possam fazer a reciclagem. A empresa também usa apenas papel reciclado para arquivos e emissão de notas. Ela garante: “Sempre tive esse pensamento de sustentabilidade. É algo em que acredito”.

Ainda é cedo para falar no retorno do negócio, mas Rose está otimista. Para o próximo semestre, ela planeja abrir uma filial para serviços mecânicos mais rápidos, como troca de óleo, de pastilhas de freio ou vistoria mais simples. “Estamos estudando uma localização privilegiada para o nosso cliente”, diz. A empresa espera, em 2010, faturar R$ 2 milhões, sem contar a filial. “Temos um plano de negócio minucioso; com a filial, esse faturamento deve subir cerca de 20%”, revela a empresária. Apesar de ter nascido como negócio familiar, Rose diz que ficou à frente da empresa por ter se envolvido mais no processo. Para ela, pesquisa e dedicação permitem que o empreendedor se aventure por qualquer mercado, mas alerta: “Precisa de muita organização para dar certo”.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A geração Y e o Empreendedorismo na web

Guilherme Pizzini fala sobre as práticas que garantem o sucesso de projetos voltados à web. Confira!

Integridade e comprometimento bem como o empenho na busca por inovações e aprendizado são características conhecidas e valorizadas em profissionais da geração Y.
A objetividade e a busca por uma rápida ascenção profissional faz com que, nem sempre, estes profissionais tenham belas histórias, pois ela não é conquistada apenas de com muito trabalho, doação e empenho, uma vez que além de uma boa ideia, é fundamental aliar todas as características da geração Y a um bom planejamento.

A tecnologia e o vasto acesso à informação são ferramentas acessíveis e comuns para a atuação deste profissional. Entretanto, por hábito, eles acabam colocando em prática suas ideias inovadoras e deixam de lado o fator planejamento. Exemplo disso são empresas que, quando começam a ter lucro, se “empolgam” com os investimentos em publicidade e, em pouco tempo, acabam tendo problemas financeiros.
A falta de experiência no dia a dia do negócio ou mesmo a ansiedade em conquistar resultados e atingir o rápido crescimento podem diagnosticar esta lacuna. É preciso pontuar que sucesso e ascensão profissional somente serão alcançados quando combinados as características da geração Y e alguns conceitos que não perdem a validade, tais como planejamento, estudo de mercado, entendimento de oportunidades e ameaças, estratégias de ação e velocidade em contornar problemas.

Essa combinação facilita a atração de oportunidades e a retração de ameaças. Já a falta disso faz com que as empresas acabem consumindo seus recursos de forma errada.

O que esta geração tem a oferecer?
Qualificação acadêmica, em alguns casos, acaba compensando a falta de experiência, entretando, não é o suficiente para conduzir o crescimento. O ideal é unir as duas coisas. Se o empreendedor não tem qualificação acadêmica condizente com o seu negócio, é importante que ele procure estudar o máximo possível sobre aquele mercado, com base em cases de sucesso e até mesmo em erros já cometidos por outros empreendedores.
Assim, aproveitar as características positivas que a geração Y possui, aplicando os conceitos que, sabidamente, funcionam podem aferir a novos negócios sucesso sustentado.
A mensagem que muitas vezes fica é que basta ser jovem, motivado e ter uma ótima ideia, mas a prática nos mostra que é fundamental unir tudo isso a uma boa gestão, embasada em conceitos já citados aqui, como planejamento, base acadêmica, práticas de mercado e, principalmente, muito trabalho.

Como converge internet, gestão jovem e ideias inspiradoras nos dias atuais?
A internet, por ser um ambiente de fácil acesso e informações praticamente ilimitadas, contribuem para que as ideias, independentemente se advindas de pessoas da geração Y ou não sejam colocadas em prática. Talvez a diferença esteja no fato de que as pessoas da geração Y se empenham muito para transformar ideias em realidade. Isso faz com que esses dois pontos funcionem com grande sinergia em uma gestão jovem, que necessariamente está atenta a novas tendências e se adapta com grande velocidade aos novos ambientes e mudanças de cenário.

De que modo ideia, espaço e planejamento de projetos web devem acontecer em um projeto web e quais são as principais dicas em cada processo?
Ideia, espaço e planejamento são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto. Uma grande ideia só resultará em sucesso se houver um bom excelente planejamento. Este, por sua vez deve prever ou antever algumas situações, como a identificação de oportunidades e ameaças, a necessidade de contratação de pessoas e o mapeamento do mercado de atuação. Mas, independente de nossa ansiedade ou vontade de ver tudo acontecendo de maneira rápida e sem erros, tudo passa por uma curva de aprendizado.
O tempo em que identificamos cada detalhe a ser corrigido ou cada ponto positivo identificado deverá ser potencializado.

Quais foram as principais mudanças diagnosticadas no site olho no click após seu lançamento?
Do início do projeto ao lançamento e até os dias atuais, muitas mudanças ocorreram e nem sempre foram perceptíveis aos clientes ou por pessoas de fora da empresa.
Isso porque sabemos que o interesse pelos produtos muda, assim como os horários em que as pessoas pretendem participar de nossos leilões. Além disso, para interagir com empresas com modelos de negócio diferentes, consolidadas ou não em seus mercados, é preciso adequar a forma de atende-los para produzir ações de grande sucesso.

Guilherme Pizzini é Diretor e sócio fundador do Olho no Click, portal de leilão virtual, responsável atualmente por mais de quatro mil produtos leiloados na internet e 400 mil usuários cadastrados. www.olhonoclick.com.br

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25/02/2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Inovação Digital: Em qual século você está?

Quer entender a revolução digital e como as empresas e pessoas estão se encaixando neste contexto? Confira a entrevista com Gil Giardelli, professor da ESPM

Por que é tão difícil implementar em algumas empresas a revolução e transformação de antigas crenças e estratégias voltadas para o ser humano, como ser integral, que necessita equilibrar corpo, mente, alma e espírito? Enviada por Silvia Silveira
Gil Giardelli: Por que vivemos em um hiato de séculos! Modelos organizacionais do século XIX e pessoas com anseios do século XXI, porém, a mudança é lenta e estrutural. Empresas começam a calcular o FIB (Felicidade Interna Bruta) de seus colaboradores, outras empresas calculando “Índices de Inovação e Criatividade”, federações patronais criando “Conselho de Economia Criativa”. Outras empresas incentivando a colaboração coletiva (chão de fábrica e alta gestão).
Ou seja, vivemos o início da economia do terceiro milênio. Uma “Mudança de paradigmas para assimilar e transitar num novo mundo, onde a tecnologia cresce de maneira exponencial. Sem espaço para pensamento linear e cartesiano. Sem espaço para individualismo. Inovar, solidarizar-se, atuar socialmente e emprender”, blogou Ana Lúcia Pompermaye.

Um dos temas do Marketing 3.0 é a grande influência que as Redes e Mídias Sociais passaram a ter sobre a decisão de compra do consumidor. Antes, o consumidor pedia a opinião para dois ou três amigos sobre um determinado produto ou determinada empresa. Agora, com as redes sociais são milhares de "conselheiros" que ele tem a disposição para ajudá-lo na hora da compra. Para uma empresa que pertence a um setor com um grande número de registros em órgãos de defesa do consumidor, como bancos, telefonia e operadoras de saúde, qual seria a melhor opção: aderir as redes ou permanecer apenas nos outros meios de comunicação? Enviada por Ramon Felippe Bonfim Marendaz
Gil Giardelli: As empresas não entrarem nas redes sociais, equivale à discussão se elas deveriam ter telefones na mesa de cada colaborador na década de 70, fax na década de 80 e e-mail na década de 90. Não participar das mídias sociais é perder competitividade, potencial criativo e inserção no século XXI.
Para incrementar, ao contrário da Europa e Estados Unidos, no Brasil as pessoas fazem negócios com pessoas! Executivos de vendas levam suas agendas e contatos para sua nova empresa. Enquanto nos outros países, os negócios são – em sua grande maioria – de empresas para empresas.
E no mais, na era da democracia digital sai o consumidor e entram pessoas com seus anseios. Demoramos a entender isso. O consumidor existiu na era da TV, quando você comprava uma TV tornava-se mais um consumidor. Na era digital as pessoas compram qualquer aparelho conectado a Internet e se tornam um produtor. Portanto, saem os consumidores e entram as pessoas engajadas! E o grande negócio do século XXI é como transformar as pessoas em advogados de marcas.

Consigo visualizar facilmente a efetividade da utilização de mídias digitais para empresas de B2C, que possuem um relacionamento direto com o consumidor final. Contudo, quando falamos em B2B, e relacionamento entre empresas, como pode-se delinear uma estratégia de inovação digital? O senhor poderia dar exemplos de empresas que conseguiram trabalhar com redes sociais nessa área?
Enviada por Larissa Nunes
Gil Giardelli: Ainda é embrionária a utilização no B2B, porém várias empresas globais estão desenvolvendo ações em redes sociais para construir reputação, ferramenta educacional, destacar-se da multidão (concorrência), investigar comportamento dos clientes e concorrentes e aprender com os outros.
A IBM hoje é a empresa que mais utiliza redes sociais para construir negócios B2B. Um terço dos seus funcionários, espalhados em 140 países, são grandes usuários de redes sociais e do crowdsourcing. A gigante Sodex, líder no setor de serviços alimentícios utiliza a ferramenta para fazer recrutamento.A Petrobras no Brasil utiliza redes sociais fechadas para discutir pré-sal e efetivar gestão de conhecimento.
A 37signal utiliza seu blog como ferramenta educacional B2B. O Hospital Israelita Albert Einstein, utiliza redes sociais para propagar estudos clínicos, mensagens de integração entre médicos e colaboradores. É tudo muito novo, então lembre-se, ser o segundo é ser o primeiro dos derrotados. Inove agora, este é o momento.

No contexto da inclusão digital e do Marketing 3.0, você acredita que as empresas procurando focar mais no ser humano e menos no consumidor devem ter uma abordagem mais holística e pessoal? Elas devem se preocupar também com o bem estar e aconselhamento de seus prospects e clientes em questões diversas e não somente com assuntos específicos ao seu segmento de atuação?
Enviada por Fernanda Terra
Gil Giardelli: A economia global está em transição: acaba a era da informação, começa a era da criatividade. São novas formas: propriedade intelectual, Economia Criativa,  capital cultural, capitalistas sociais, Indústria de ideias, Sustentabilidade, negócios soiciais, missões sociais, Pensamento verde, Liberdade de consciência.
Se você é uma empresa do setor automobilístico, falar apenas do seu produto é chato. Você pode falar de urban style, cultura, moda. Dar dicas de trânsito, dicas de viagem e de entretenimento. Se não, seremos o amigo chato, que sempre que encontramos ele fala só de si e não pergunta como você está.
Atualmente trabalho em uma companhia que oferece soluções integradas de sistemas (ERP + Core Business), totalmente voltada para o setor de agronegócio. Fazendo uma análise setorial, vemos que o mercado de ERP encontra-se em estágio de crescimento e, quando analisando apenas as grandes organizações, podemos até concluir que já estão em níveis de maturidade. Se tratando do mercado agropecuário podemos observar uma diferença brutal nesta análise, visto que o setor ainda está em fase de introdução do produto, porém com uma peculiaridade muito grande dos demais setores da economia: o produtor rural tem uma barreira cultural muito grande em relação à adoção deste tipo de tecnologia. Atualmente o produtor rural investe muito em ferramentas e maquinários, porém quase nada em gestão. Estudos realizados pela EMBRAPA dizem que em torno de 80% dos produtores nacionais, não utilizam se quer um computador para fazer gestão de seus negócios. Neste contexto, podemos ver que a gestão agropecuária nacional não se encontra de maneira alguma, sequer aos padrões do século atual. Como então podemos iniciar um processo de inovação digital em um mercado com tamanha barreira cultural como a do agronegócio? Enviada por Leonardo Borges
Gil Giardelli: Para este tipo de indústria, o melhor caminho é a educação. Criação de workshops, grupos de estudos, apresentação de cases, intercâmbios internacionais de ações inovadoras. E como contra fatos, não há argumentos números e dados de concorrentes em outros países são importantes.

Como fazer com que todos os funcionários de uma empresa se preparem e colaborem com a inovação digital? Enviada por Gustavo Haruo Fukutaki
Gil Giardelli: Liderar a inovação digital nas empresas, primeiramente deve ser uma atitude da presidência da empresa. Se os principais executivos não acreditarem no processo, nada avançará. Depois, devemos entender que inovação há curto prazo será um investimento, e como vivemos na ditadura da planilha do Excel, muitas empresas só pensam por trimestres, ainda enxergamos aquele mundo onde você diz: “tive uma grande ideia para o futuro da empresa.” Alguém responde: “respire fundo que passa.

Sou mestrando em engenharia de produção na UNESP/Bauru-SP e minha pesquisa é na área de gestão da inovação, mais precisamente, o envolvimento de usuários no processo de inovação por meio de tecnologias da web 2.0. Meu estudo de caso é o Fiat Mio, lançado recentemente no salão do automóvel em São Paulo. Um caso único na indústria automobilística e open innovation e envolvimento de usuários. Baseado nisso, minha pergunta é a seguinte: "Quais as competências necessárias as organizações precisam para implementar projetos de open innovation utilizando os recursos existentes na web 2.0?"
Enviada por Sergio Mazini
Gil Giardelli: Antigamente acreditava-se que inventores eram gênios solitários. Uma série de pensadores acredita no conceito de inovação e invenções simultâneas, onde empresas e clientes são “colônias de diversos criadores que interagem e influenciam uns aos outros. O Fiat Mio foi uma invenção coletiva e devemos entende-lo como um exterminador de paradigmas. Há poucos anos, protótipos de carros eram guardados a sete chaves. Este foi colocado no Youtube. A montadora entendeu que o grande negócio do século XXI é o open source, a sabedoria das multidões. Para uma empresa entrar nesta era deverá desmontar paredes, quebrar egos, colocar jovens em seu conselho e perceber que a inovação não está nas salas das reuniões da diretoria. Na maioria das vezes está no chão de fábricas ou nas ruas das megalópoles.

Por que as pessoas evoluem mais rápido do que as empresas, se as empresas são grupos de pessoas? Quando se pensa em inovação dentro das empresas, qual o caminho mais fácil de se trilhar: demite boa parte de quem deveria pensar em inovação e contrata sangue novo, ou quebra seus paradigmas e constrói uma nova cultura? Enviada por Bruno Figueredo.
Gil Giardelli: Steven Johnson em seu novo livro descreve: invenção simultânea como “casos em que várias pessoas vêm com a mesma ideia em quase exatamente o mesmo tempo.” Descobertas como o cálculo, a bateria elétrica, o telefone, a máquina a vapor, o rádio, inovações revolucionárias onde vários inventores trabalharam em paralelo, sem conhecimento um do outro. A inovação vem de cenas sociais, de grupos ligados e apaixonados.
Além das empresas, o magnata e ex-professor da Harvard Business School John Sviokla, defensor de tecnologias disruptivas, open innovation, reputação corporativa e reputação on-line escreveu lúcido artigo “A mídia social, representa a transformação do capitalismo como nós o conhecemos”.  Para ele, os pilares do capitalismo são a absorção coletiva do risco e a capacidade de se auto-organizar. E descreve as três ondas de capitalismo.

Onda do capitalismo – Criar novos empreendimentos no novo continente, a América.

Onda do capitalismo – Empreendedores individuais como Henry Ford, Louis Chevrolet (GM), Alexander Graham Bell (At&T), Dupont, e recentemente Bill Hewlett e David Packard (HP) e suas inovações individuais, ferrovia e telégrafo. (Demanda e gestão)

Onda do capitalismo – Era digital – Transporte de dados, infraestrutura global, sabedoria das multidões, inovação disruptiva e coletiva, consumo coletivo, a absorção coletiva de risco, o financiamento coletivo – “Um excelente exemplo é o YouTube, fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, todos ex-alunos do PayPal (Outra empresa da 3ª onda). Combina com o que eu tennho dito em palestras há 10 anos – Passamos pela Humanidade 1.0 – Agrícola, Humanidade 2.0 - Industrial, a Humanidade 3.0 -Tecnológica, a Humanidade 4.0 Cyber-espiritual e hoje vivemos o mix de todas as humanidades na 5.0 - a Democracia das redes sociais.
Sou Gerente de Marketing da Voltts, empresa que desde 1992 atua como importador e distribuidor de diversos fabricantes internacionais no Brasil. Nosso foco de atuação é na distribuição de componentes eletrônicos para a indústria eletroeletrônica brasileira.Como aplicar as mudanças do Marketing 3.0 em uma empresa voltada para o B2B, que distribui um produto de compra extremamente técnica a indústria brasileira, sendo que seus clientes vão desde grandes multinacionais, onde o processo seria muito mais fácil de ser aplicado, até pequenos técnicos em eletrônica, que ainda não tem acesso à e-mail, por exemplo. Como estar preparado para atender aos dois públicos ao mesmo tempo, sem no entanto se desfazer de nenhum deles, uma vez que ambos são lucrativos para a empresa? Enviada por Fernando Rossini
Gil Giardelli: Fernando, parte desta pergunta foi respondida nas questões acima. Seria muita presunção achar que todos os clientes devem ser impactados pelas mídias digitais. Devemos respeitar aqueles milhares no Brasil que ainda preferem impressos, TV, rádio, contato do vendedor etc. Está é a grande complexidade, a comunicação é multicanal, em duas vias e sem barreiras. Agora, está em suas mãos para entender cada cluster de clientes e aplicar a melhor forma de marketing.

Mais sobre Gil Giardelli: CEO da Gaia Creative, onde implementa ações de redes sociais e web colaborativa para empresas como BMW, Hospital Einstein, Mini Cooper, Grupo Cruzeiro do Sul entre outras. Professor de MBA, do CIC (Centro de Inovação e Criatividade) e Pós graduação da ESPM).
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30/11/2010

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Marketing Social (Marketing em Mídias Sociais)

Quando falamos em marketing em midias sociais, nos referimos a todo esforço de marketing feito nas redes sociais- orkut, twitter, facebook, linked in, via6, blogs etc.
Você já parou para pensar se existe alguma rede social na internet falando sobre a sua empresa? É importante que você preste atenção no que está sendo dito sobre seu negócio, tire dúvidas dos usuários envolvidos e resolva mal entendidos o mais rápido o possível. O marketing em midias sociais visa estreitar relações com seus clientes ou potenciais clientes.
Midias sociais são espaços de interação entre usuários que fazem parte de comunidades relacionadas à sua empresa. É importante ressaltar que os usuários de midias sociais estão interagindo ali por vontade própria e não por imposição. Eles procuraram por sua empresa na midia social e entraram na comunidade, por isso é um público que deve ser levado muito a sério. Trabalhamos com marketing no orkut, marketing em blogs e marketing estratégico em demais midias sociais expressivas e com grande volume de público.
São considerados exemplos de midias sociais: blogs, redes sociais (Orkut), fóruns, e-groups, instant messengers, wikis, sites de sharing (YouTube, Flickr).
Mas este serviço só serve para quem é famoso?
Não. Vamos supor que você tenha uma pequena fábrica de instrumentos musicais que quase ninguém conhece. Se você divulgar o seu trabalho nas midias sociais- fórum, blogs, listas que falam sobre música, aulas de música, instrumentos musicais etc, as pessoas vão conhecer o seu produto e você terá um contado direto com o seu público-alvo. Em se tratando de midias sociais, as pessoas dialogam e compartilham informações. O conteúdo de uma midia social tende sempre ao infinito, uma vez que qualquer membro pode contribuir a qualquer momento.
Vamos continuar no exemplo do ramo de música. Você sabia que vários artistas do mundo inteiro usam sites de comunidade para escolher e divulgar as músicas que serão lançadas? Personalidades como Madonna, trabalham o marketing social divulgando suas músicas antes de gravar um novo disco. Assim elas podem saber quais músicas foram bem aceitas e gravar o cd apenas com elas.
Falamos do ramo de música, mas o mesmo acontece em todos os demais ramos. Realizar um trabalho de gestão de midias sociais onde se encontra seu público é um excelente meio de divulgação dos seus serviços. Traçar uma estratégia de marketing em midias sociais é uma imersão neste universo de transparência nas relações entre empresa e consumidor. Mais do que anunciar, é preciso analisar e validar as opiniões, a fim de direcionar os esforços de uma campanha publicitária ao encontro dos anseios de seu target.
A gestão de midias sociais é nossa. Temos uma equipe encarregada disso e assim, evitamos “linkedin” (dentre outras atitudes negativas) para o perfil não se enquadrar em SPAM. Acompanharemos a comunidade diariamente, para levantar dados relevantes a sua empresa. Uma vez por semana, realizaremos atividades, para gerar relacionamento com os usuários. Também enviaremos mensalmente ou semanalmente, relatórios das atividades realizadas.
Deixe as midias sociais trabalharem para você. Entre em contato conosco e nós trabalharemos junto a você, na melhor estratégia de marketing social.
Alguns trabalhos que realizamos para gestão de midias sociais:
  • Marketing no Orkut (marketing social nas comunidades e entre os usuários interessados no seu negócio);
  • Marketing em blogs (marketing social que gera o famoso "boca-a-boca")
  • Marketing estratégico em demais midias sociais com expressividade e grande volume de público (fóruns, por exemplo).
Fonte: http://www.clicksoft.com.br/marketing-em-midias-sociais.php

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Já calculou o seu FIB?


A Felicidade Interna Bruta (FIB) tenta atrelar indicadores sociais à mensuração de desenvolvimento econômico de países e organizações. Conheça um pouco mais sobre este índice!

A metodologia convencional adotada ao redor do mundo por economistas para calcular a riqueza sempre foi o Produto Interno Bruto (PIB). Por meio dela, são somados – em valores monetários - todos os bens e serviços finais produzidos durante um período. Este modelo que foi formulado pelo economista britânico Richard Stone na década de 1940 foi aplicado no mundo e, por conseqüência, no Brasil em 1948, tendo o Fundo Monetário Internacional (FMI) como padrinho da causa.

Especificamente em 1972 o rei butanês Jigme Singya Wangchuch desenvolveu um indicador que substitui o “P” pelo “F”, ou seja, Felicidade Interna Bruta (FIB). Com o apoio do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento, o monarca desenvolveu a ideia de que o cálculo da riqueza deve estar baseado em outros pilares, além dos bens e serviços. Estes pilares seriam mais subjetivos como desenvolvimento econômico, conservação do meio ambiente e qualidade de vida das pessoas. São os mesmo conceitos hoje associados à sustentabilidade.

Mesmo que não haja uma pretensão de substituir o PIB pelo FIB para mensurar o desenvolvimento econômico, estudiosos acreditam que o desafio de mensurar a felicidade e integrar este indicador ao crescimento financeiro pode contribuir para um melhor desempenho de países e organizações.

No Brasil, o Instituto Visão Futuro desenvolveu uma versão empresarial do questionário que calcula o índice de FIB para empresas e começou uma parceria com a Natura Cosméticos e com a CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais), para aplicar a metodologia FIB, com o objetivo de melhorar o desempenho dessas empresas nas nove dimensões:
1. bom padrão de vida econômica;
2. boa governança;
3. educação de qualidade;
4. saúde;
5. vitalidade comunitária;
6. proteção ambiental;
7. acesso à cultura;
8. gerenciamento equilibrado do tempo;
9. bem-estar psicológico.

De acordo com o Relatório Anual da Natura de 2009, 50 colaboradores voluntários foram reunidos para testar a aplicação do processo e mensuração dos indicadores do FIB no ambiente corporativo. Em 2011, os resultados desta metodologia poderão ser efetivamente discutidos e analisados.

Descubra o seu FIB: http://www.felicidadeinternabruta.com.br/teste_felicidade.php

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13/12/2010

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Horóscopo do Empreendedor

2011 promete ser um ano glorioso para quem souber aproveitar as boas influências dos astros para se reinventarpor Rosa Di Maulo*

O novo ano é regido por Mercúrio, o que promete negociações e processos produtivos mais ágeis. Os avanços tecnológicos também são favorecidos. Os setores mais beneficiados e com grande potencial de crescimento em 2011 são comunicação, comércio, serviços, transportes, telefonia, tecnologia da informação e educação.

A passagem de Júpiter e de Urano por Áries tornam atributos como inovação, originalidade e pioneirismo fundamentais para o sucesso de produtos e empreendimentos. Quem deseja abrir o próprio negócio e atrair boas oportunidades em 2011 precisa desenvolver a capacidade de se reinventar e de tomar iniciativas ousadas. Entusiasmo e coragem são essenciais. Confira as previsões para o seu signo.


ÁRIES > (21 de março a 19 de abril) Aposte em um projeto inovador e em planos de expansão. Júpiter e Urano provocarão uma revolução em sua vida. Fique de olho nas oportunidades que surgirão de repente a partir de fevereiro. Em março, Urano entrará em seu signo e inaugurará uma época de mais independência e liberdade. Há chance de mudanças radicais ainda no primeiro semestre. A entrada de Júpiter na sua área do dinheiro, em junho, favorecerá os negócios e trará mais poder. Sucesso garantido em um novo empreendimento.


TOURO > (20 de abril a 20 de maio) Novas amizades abrirão portas para o sucesso profissional. Invista nos relacionamentos de trabalho, que trarão boas alianças. Encontrar as pessoas certas e contar com a sabedoria de gente experiente será fundamental para o seu negócio. Procure se organizar melhor e otimizar seu tempo, principalmente no primeiro semestre. Respostas poderão atrasar, mas não desista. As recompensas financeiras virão a partir do fim de agosto, mês que trará bons acordos e oportunidades de associação.


GÊMEOS > (21 de maio a 21 de junho) Para atingir metas profissionais, confie na sua equipe e delegue tarefas. Adotar um novo estilo de liderança e investir mais no marketing pessoal podem ajudar. Dedique mais tempo a projetos, ao desenvolvimento pessoal e à expansão da sua rede de contatos. Se estiver apostando numa carreira solo, vá em frente. Será um ano de conquistas. No primeiro semestre, conte com sua versatilidade para tocar duas atividades simultâneas e explore seus recursos criativos. Em julho, começa uma fase de mais segurança.


CÂNCER > (22 de junho a 22 de julho) O ano será marcado por evolução na carreira e por maior visibilidade. Mas o primeiro semestre trará desafios e exigirá disciplina para alcançar metas de médio e longo prazos. Tempo apertado, preocupações familiares e impaciência nas comunicações poderão causar problemas até junho, quando as mudanças e o crescimento profissional passarão a ser prioridade. Se estiver iniciando um negócio, aproveite o período entre junho e setembro para divulgá-lo. O retorno virá a partir de outubro.


LEÃO > (23 de julho a 22 de agosto) O ano favorece pesquisas, produção intelectual e novas associações. Contratos insatisfatórios poderão ser reformulados. Os bons resultados em negociações vão depender de diplomacia e flexibilidade. A habilidade comercial se desenvolverá a partir de maio, o que trará crescimento financeiro a médio prazo. Júpiter e Urano revolucionarão seus conceitos. Aproveite para descobrir novos mercados. O bom uso da tecnologia vai trazer prestígio profissional. No segundo semestre, aposte no marketing e nas novidades que vêm de fora.


VIRGEM > (23 de agosto a 22 de setembro) Gastos imprevistos poderão abalar o orçamento nos primeiros meses do ano. Espere até abril para assumir compromissos ou decidir investimentos. Haverá maior estabilidade de maio em diante. Participação em projetos sociais e atuação no terceiro setor aumentarão seu poder e seu prestígio. Aceite o convite, no fim de abril ou em agosto, para fazer parte de uma instituição respeitada mundialmente. Se estiver pensando em morar fora, uma oportunidade virá no segundo semestre. Setembro marcará mudanças grandes em sua vida.


LIBRA > (23 de setembro a 22 de outubro) Saturno em seu signo vai trazer mais responsabilidades. A boa notícia é que será possível realizar sonhos e conquistar mais independência. Autoestima positiva será primordial desde o começo do ano. Do fim de março a julho, aposte em charme, simpatia e elegância para conquistar clientes e atrair colaboradores. Mas não espere resultados imediatos, a colheita virá na hora certa. O ano exigirá disciplina e espírito competitivo. O melhor mês para começar projetos é agosto. Associações positivas virão no segundo semestre.


ESCORPIÃO > (23 de outubro a 21 de novembro) Júpiter e Urano trarão oportunidades de trabalho. Seus talentos serão revelados ao mundo. Um projeto original e inovador trará resultados financeiros compensadores, mas a rotina vai ficar mais exigente. Saia da zona de conforto. Aproveite o período de maio a julho para implantar mudanças ao seu redor. Desenvolva sua habilidade de comunicação. Seja mais atento na hora de expor ideias ou distribuir tarefas. O lucro de sua empresa vai crescer a partir de setembro.


SAGITÁRIO > (22 de novembro a 21 de dezembro) Participar de um projeto criativo com amigos será uma ótima opção para aumentar seu poderio financeiro. O ano começará com prestígio social e com contatos estimulantes, mas também com o orçamento apertado. Novas ideias ganharão forma entre abril e junho. Descobertas determinantes para a carreira virão nesse período. Reinvente-se. Setores como serviços públicos, comunicação, arte, arquitetura e moda entrarão no seu radar. Investimentos darão retorno a partir de julho. No segundo semestre, divulgue sua marca.


CAPRICÓRNIO > (22 de dezembro a 19 de janeiro) Um novo empreendimento, realizado em parceria com profissionais de prestígio, trará retorno positivo e permitirá a realização de planos da vida familiar. Plutão em seu signo anuncia mudanças grandes no projeto de vida, mas que deverão acontecer de maneira organizada. Será possível reformular seus espaços e ganhar eficiência entre o fim de março e maio. O desafio nesse período será conciliar a vida profissional e pessoal. Alguns resultados virão com atraso. O segundo semestre trará mais organização. Em dezembro virá o reconhecimento do mercado.


AQUÁRIO > (20 de janeiro a 18 de fevereiro)
Se quiser ampliar suas atividades, aposte nas áreas de pesquisa de mercado, produção cultural e de conteúdo, turismo e educação. Aproveite o seu talento de unir pessoas para formar um público fiel e participativo para seu negócio. Aprendizado comercial e conceitos inovadores trazidos por Júpiter e Urano vão acelerar sua produtividade no primeiro semestre. Aposte numa ideia genial que poderá surgir em maio. Os investimentos que fizer entre abril e maio aumentarão seu prestígio e popularidade.


PEIXES > (19 de fevereiro a 20 de março) Prepare-se para grandes conquistas. Um novo empreendimento trará independência e crescimento financeiro, com Urano (a partir de março) e Júpiter (até junho) na sua área do dinheiro. Os lucros virão já nos primeiros meses do ano. De junho em diante, aposte na expansão do negócio. Aproveite as oportunidades entre o fim de abril e maio. Despesas com salários e a gestão de RH serão seus maiores desafios. Será preciso mexer na equipe em janeiro e em maio para atingir o nível de eficiência desejado.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI199689-17197,00-HOROSCOPO+EMPREENDEDOR.html

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Infográfico: As redes sociais preferidas no mundo corporativo

Pesquisa revela que mais de 65% das empresas já utilizam as redes sociais como ferramenta de comunicação com clientes e prospects. Infográfico mostra onde as empresas estão e o que elas têm feito


Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/infografico-redes-sociais-preferidas-no-mundo-corporativo

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Movimento Global pelo Empreendedorismo

O Bota pra Fazer é a versão brasileira do Movimento Global pelo Empreendedorismo, que terá seu grande momento na Semana Global do Empreendedorismo, que acontecerá gratuitamente do dia 17 ao dia 23 de novembro.
O que é?
Classificada como o maior movimento mundial de empreendedorismo, a Semana faz parte da campanha nacional Bota pra Fazer, que acontece durante o ano todo e tem como objetivo despertar a atitude empreendedora que existe em cada pessoa. Afinal, grandes invenções começaram de uma simples idéia.
Além de colocar em prática seus projetos, você e seus amigos têm a oportunidade de ampliar seus conhecimentos. A Semana Global do Empreendedorismo atua como um MOVIMENTO que reúne diversas atividades relacionadas a empreendedorismo, idéias, criatividade, negócios, entre outros temas. Uma novidade que vai interligar pessoas de todos os Estados brasileiros.
E mais: a Semana acontece entre os dias 17 e 23 de novembro no Brasil e em mais de 60 países simultaneamente. O projeto conta ainda com a parceria de várias empresas e organizações que se mobilizaram para transformar teoria em prática.
Tudo é uma questão de ATITUDE! Sua participação fará toda a diferença para o seu futuro e para o desenvolvimento do nosso País.
E o que é Empreendorismo?
Empreendedorismo está diretamente relacionado à atitude. Uma das melhores definições do termo é: “Empreendedorismo é a busca incansável por oportunidades, independente dos recursos disponíveis.” (Harvard Business School).
10 dicas pra botar pra fazer
1. Acredite nas suas idéias! Senão, como conseguirá vendê-la para os outros?
2. Sonhe grande. Sonhar grande ou pequeno dá o mesmo trabalho, mas um sonho inspirador faz toda a diferença.
3. Seja determinado e perseverante. Bons resultados demoram a chegar.
4. Tenha ética e princípios. Não dá pra construir nada sólido com uma base frágil.
5. Tenha sempre foco no que quer. Escolha o fundamental para fazer a idéia funcionar e não abra demais o leque.
6. Simplifique as coisas. Procure realizar as coisas de forma mais simples para não se complicar.
7. Gente. Cerque-se de pessoas competentes para fazer as coisas funcionarem.
8. Transparência. Seja claro e honesto com todas as pessoas com quem se relacionar.
9. Barriga no balcão. Experimente seu produto, converse com clientes, fornecedores e parceiros.
10. Não reinvente a roda. Aproveite o que já funciona bem e aperfeiçoe; não precisa criar tudo do zero
Gostou? Então Bota pra Fazer!