domingo, 3 de julho de 2011

Você sabe qual é a melhor hora para divulgar seu conteúdo no Twitter?

Se você é um empreendedor que está querendo tirar o maior proveito do conteúdo que você divulga pelo Twitter, provavelmente vive se perguntando qual o melhor período do dia para fazer isso. Isso porque quantificar o sucesso de um tuite pode depender de alguns fatores, que o colunista Dave Larson, do site especializado Tweetsmaster, chama de RCEF:
- R: o número de retuites que seu conteúdo recebe dos seus seguidores;
- C: o número de cliques que o link anexado recebe;
- E: o número de seguidores que se engajam com a mensagem, interagindo com sua conta;
- F: o número de pessoas que favoritam seu tuite.
Uma forma de tentar otimizar sua atividade nessa mídia é descobrir os períodos em que seus seguidores são mais ativos. Mas como fazer isso sem perder tempo apenas monitorando constantemente sua conta e analisando detalhadamente a atividade de cada um dos seus seguidores?
Como sempre nesse universo, você descobre que alguém sentiu esta mesma necessidade e já criou uma ferramenta para resolver esse questionamento – neste caso, o Tweriod. O aplicativo utiliza um algoritmo que não só analisa seus últimos tuites, mas também aqueles dos seus seguidores – mesmo que naquele período alguns dos seus posts não tenham feito muito sucesso, não significa que seus seguidores não tenham sido mais participativos.
Depois de algum tempo analisando sua conta, que pode variar dependendo do seu número de seguidores, a ferramenta envia um relatório mostrando quais os horários nos quais seu tuites ganham mais exposição, dividido em dias da semana e fins de semana. O aplicativo também mostra em que períodos você tem o maior número de seguidores on-line, além daqueles em que você recebe mais interações.
Obviamente essa ferramenta em si não garante mais engajamento dos seus seguidores. É preciso testar cada período e conferir os resultados e, assim, checar que tipo de conteúdo e mensagem conseguem mais ressonância. Com isso você pode também adaptar sua linguagem e sua abordagem.
Você, empreendedor, tem alguma outra estratégia para saber quando e como tuitar? Compartilhe aqui nos comentários!

Fonte: http://colunas.pegn.globo.com/sonasocial/2011/06/27/voce-sabe-qual-e-a-melhor-hora-para-divulgar-seu-conteudo-no-twitter/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ações criativas em prol da sustentabilidade

Redes de franquias mostram, na prática, que dá para ser mais sustentável

Por Claudio Tieghi*
Divulgação
Na coluna de abril, comentei que ideias criativas valem tanto quanto recursos financeiros para alinhar o negócio à sustentabilidade. Neste mês, vou contextualizar de que forma isso pode ser feito na operação de pequenas empresas e trazer exemplos de franquias, universo com o qual mais me relaciono no dia-a-dia.

Vou começar pelo Yázigi, que empreendeu em toda a rede uma campanha de ecoeficiência. Para dar um exemplo pontual, uma das escolas, localizada na cidade de Limeira (SP), promoveu uma revolução de hábitos. Ao longo do tempo que durou o projeto, a coordenação da escola gerou iniciativas para conscientização ambiental entre alunos, funcionários e familiares. O resultado foi a redução de 10,84% no consumo de energia e de 20,32% nas despesas com este item. A escola diminuiu também em 40% a utilização de copos descartáveis, em 60% o uso de água sanitária e em 37,54% os custos com material de escritório, como o papel. Juntas, todas as unidades da rede reduziram em 8% a emissão de gases de efeito estufa (equivalente a 1,27 tonelada de CO2). Além do benefício com a redução de custos, a campanha educativa beneficiou diretamente os alunos e colaboradores, já que a campanha reduziu em 42% o potencial de risco de acidentes nas unidades.

Outra experiência criativa e eficiente foi feita na rede de lavanderias LavaSecco, que criou um programa para eliminar cabides de arame e plástico e substituir as sacolas plásticas por embalagens produzidas a partir de garrafas PET ou com papel reciclado. Todo esse material plástico foi enviado para reciclagem e a rede agora avalia o impacto ambiental dos itens que passa a adquirir para operação das lojas.

A MegaMatte, do Rio de Janeiro, é um exemplo diferente, já com um norteador claro: o comércio justo. Em busca de certificação internacional, a rede trabalha com fornecedores homologados e franqueados que tenham o mesmo desejo de fazer parte de uma cadeia produtiva que preserva o meio ambiente e valoriza o trabalho humano.

Todas essas iniciativas são tangíveis. Essas empresas e outras não só estão na rota da sustentabilidade como também estão se posicionado no mercado por conta dessa atitude. Se o empreendedor tem uma ideia otimista, com alma, e que consiga engajar todos ao redor, ele está no caminho de criar algo único. Para se tirar uma boa fotografia, Cartier Bresson dizia que era necessário colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.

O pequeno também tem que ter essa habilidade. A cabeça representa a lucratividade; o olho é o senso de oportunidade de enxergar a sustentabilidade como uma oportunidade e um diferencial; e o coração é o que une e cria sinergia em torno de um ideal. O prêmio Afras, que será no final de maio, vai nos trazer mais exemplos que apresentaremos com exclusividade aqui no site.

* Claudio Tieghi é presidente da Associação Franquia Sustentável e diretor de Sustentabilidade do Grupo Multi

 
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI232868-17141,00-ACOES+CRIATIVAS+EM+PROL+DA+SUSTENTABILIDADE.html

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Imagens atrapalham eficácia do e-mail marketing

Em entrevista exclusiva, especialista explica a melhor forma de usar ferramenta

 

Juliana Bacci
 
A terceira edição do EMM Brasil (E-mail Marketing Brasil) acontece no Sheraton WTC, em São Paulo, no próximo dia 24. Promovido pela Dinamize, o evento tem como principal objetivo discutir, por meio de palestras e apresentação de cases de sucesso, ações de marketing atreladas ao contexto da internet e das redes sociais.

Na ocasião, Rodrigo de Almeida, diretor comercial da Dinamize, ministrará a palestra “Tendências e novidades do E-mail Marketing no Brasil e nos EUA”, que abre o encontro. Em entrevista exclusiva, Almeida adiantou o assunto aos leitores do site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Confira:

Qual é a principal diferença entre o uso do e-mail marketing no Brasil e nos EUA?
Os dois países usam muito o e-mail como ferramenta de marketing, mas a diferença está na qualidade do serviço. O Brasil está uns dois anos atrasado em relação ao e-mail marketing americano. Em 2007, 23,5% das vendas online realizadas nos EUA foram fruto do e-mail marketing. Em 2009, essa relação aqui no Brasil não passou de 15%. Mas nosso país está evoluindo rapidamente.

Quais são os erros mais frequentes cometidos pelos brasileiros ao usarem o e-mail marketing?
Os brasileiros ainda trabalham muito com imagens, o que inviabiliza muitas mensagens. Se a imagem não abre, as pessoas não conseguem saber sobre o que se trata aquele e-mail e, automaticamente, o deletam. Muitos são filtrados como spam. É bom evitar palavras como “grátis”, “promoção”, “clique aqui”, “sexo” e “Viagra”. Todas elas afastam os clientes.

Como é o e-mail marketing ideal?
O segmentado. Aquele que é direcionado para um público específico, que deseja receber aquela mensagem. Não adianta continuar mandando e-mail para uma pessoa que, há meses, deleta, automaticamente, sua mensagem.

De que forma o e-mail marketing pode contribuir com as empresas?
Quando bem trabalhado, o e-mail marketing é uma importante ferramenta de conhecimento dos clientes. Você sabe quem é aquela pessoa, o que ela quer e quando quer.

As inscrições para o evento podem ser realizadas no site:
www.emmbrasil.com.br.




quarta-feira, 25 de maio de 2011

Empresas investem em feiras on-line para atrair clientes de regiões diversas

Economia de tempo e de dinheiro é apontada como principal vantagem da ferramenta

Por Juliana Bacci

Expor produtos e serviços em uma feira de negócios exige planejamento, tempo e dinheiro. Neste contexto, cresce o número de empresas que adquirem espaços em feiras on-line, a fim de interagir com seus mercados-alvo. Há também as que optam pelo novo modelo como forma de prolongar o contato com potenciais clientes após o término de uma feira física.

Editora Globo
Pavilhão de entrada das feiras virtuais promovidas pela Integra Global. (Foto: Reprodução)
 
A ferramenta, desenvolvida pela Integra Global, está disponível no Brasil há cerca de um ano e já promoveu dez feiras virtuais. Para adquirir um espaço em uma feira on-line, as empresas interessadas devem fechar um contrato mínimo de três meses com a Integra. O preço dos estandes varia de R$ 500 a R$ 2 mil por mês, dependendo do tamanho e das ferramentas disponíveis no espaço. Alterar cores de pisos e paredes, bate-papo, além do upload de fotos e vídeos são algumas das facilidades promovidas pelo software, que já está em sua terceira versão. “Nossos espaços funcionam como pecinhas de Lego”, explica Aquiles Gonzales, diretor da Integra, referindo-se à montagem flexível dos estandes.

Mas não é apenas na montagem que as feiras virtuais apresentam vantagens em relação ao modelo tradicional de negócios. Renato Autilio, diretor de marketing da Salvapé, distribuidora de balanças, termômetros e medidores de pressão da Microlife no Brasil, aponta a comodidade como fator determinante no sucesso da ferramenta. “Meu produto é voltado para gestantes, mas não preciso obrigar a futura mamãe a andar durante horas para visitar meu estande e conhecer outros pavilhões”, ressalta Autilio, que tem um estande na feira virtual Expobaby. A economia com a equipe de vendas também é destacada pelo diretor como vantagem: “A feira on-line é uma forma inteligente de apresentar meu produto. Gasto, em média, R$ 30 para chegar ao meu cliente enquanto que a prospecção de um vendedor gira em torno de R$ 150”, avalia.

Já Eline Lee, gerente de marketing da MAM, que produz artigos para bebês como chupetas e mamadeiras, também expositora na Expobaby, destaca a redução de custos com deslocamento, tanto da equipe da empresa quanto dos clientes, como facilidade para o negócio. “Apesar de reduzir o contato pessoal, a ferramenta on-line amplia o acesso dos compradores aos nossos produtos. Eles visitam os estandes na hora que lhes convém, quantas vezes forem necessárias”, diz. Apesar de estar no ar há menos de uma semana, a Expobaby já rendeu à MAM contatos de potenciais compradores.
Editora Globo
Estande da empresa de artigos para bebês MAM, que participa da Expobaby. (Foto: Reprodução)
 
Após um breve cadastro gratuito, qualquer pessoa pode percorrer os pavilhões das feiras virtuais. O número de acessos é ilimitado. “Além de ligar empresas a clientes de qualquer região do país e até do exterior, 24 horas por dia, a ferramenta contribui com o desenvolvimento de uma economia sustentável”, conclui Gonzáles. Para o segundo semestre de 2011, a Integra Global já organiza o início de mais duas feiras virtuais no Brasil.



domingo, 15 de maio de 2011

Empreendedor, você é um maluco

(Foto: Shutterstock)
(Foto: Shutterstock)

Se você é um empreendedor, deve ter ouvido muito a pergunta: você está doido? A verdade é que os empreendedores não são muito normais. Segundo o psiquiatra americano John D. Gartner, da prestigiosa John Hopkins Medical School, os empreendedores – especialmente os de tecnologia – têm uma disfunção psiquiátrica chamada Hipomania. Ela pode ser reconhecida pela hiperatividade, tagarelice, diminuição da necessidade de sono, aumento da sociabilidade, desejo por atividades físicas e prazerosas, aumento da libido e muita impaciência. A Hipomania, diz Gartner, pode ser um dos motivos do sucesso dos empreendedores.

“Os hipomaníacos são carregados com uma energia contagiante, têm confiança irracional e ideias grandiosas. Eles pensam, falam e tomam decisões rapidamente. A seu ver, qualquer um que tente diminuir seu ritmo com perguntas simplesmente não entende nada”, diz Gartner

No plano dos negócios, esse exagero pode ser uma vantagem. O humor elevado do hipomaníaco é capaz de inebriar a si mesmo e a outras pessoas, deixando todos com sensação de poder e capacidade de realizar tarefas.  Essa excitação motiva as outras pessoas a se empenharem mais e geralmente conduz ao sucesso da empreitada.

A capacidade de correr riscos talvez seja a característica hipomaníaca mais marcante nos empreendedores. Em vez de desilusões e inseguranças, o hipomaníaco/empreendedor confia que seu produto é tão atraente que ele vai inspirar pessoas a apostar fortunas em algo que ainda não existe nem nunca foi vendido.
Gartner, que é também autor do livro Hypomaniac Edge (Limite Hipomaníaco),  diz que, apesar da probabilidade de muitos empreendedores terem hipomania, eles não são considerados pacientes mentais. “Há diferentes ‘níveis de loucura’. Se você é um maníaco, vai pensar que é Jesus. Se é um hipomaníaco – uma gradação bem mais leve – vai pensar que é o presente de Deus para os investidores de tecnologia”, afirma.

Muito interessante tudo isso, mas que serventia têm todas essas informações? Autoconhecimento é uma delas. Entender os padrões de comportamento pode ajudar a fortalecer aqueles positivos e amenizar os negativos. Paixão, empenho e confiança são fundamentais, mas devem ser equilibrados com toques de realismo. Ou não. Se é para correr riscos, melhor não ter amarras? Cada um tem sua própria resposta. O mais importante é saber detectar as atitudes prejudiciais. Os hipomaníacos têm o costume de acusar de perseguição aqueles que discordam deles. Muitas vezes são arrogantes demais. O retrato parece um pouquinho com o Mark Zuckerberg pintado no filme a Rede Social, não? E você, empreendedor, como se percebe?

Para ajudar na tarefa, Gartner fez uma pesquisa com empreendedores e perguntou quais sintomas de hipomania eles percebiam em si mesmos e em seus pares. Eis o que empreendedores e hipomaníacos têm em comum:
1 – São cheios de energia
2 – Transbordam ideias
3 – São focados, incansáveis e incapazes de ficar quietos
4 – Canalizam a energia para conquistas de grandes ambições
5 – Geralmente trabalham com pouco sono
6 – Sentem-se brilhantes, especiais, escolhidos e até, talvez, destinados a mudar o mundo
7 – Podem ser muito eufóricos
8 – Irritam-se com os menores obstáculos
9 – São tomadores de risco
10 – São intensos na vida pessoal e profissional
11 – São impulsivos sexualmente
12 – Podem agir impensadamente, com dolorosas consequências
13 – Falam rápido
14 – São divertidos, espirituosos e agregadores de pessoas
15 – Têm uma confiança que os torna carismáticos e persuasivos
16 – São mais inclinados a fazer inimigos e a se sentir perseguidos por aqueles que não aceitam seu ponto de vista

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/empreendedor-voce-e-um-maluco/

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Editora fatura publicando livros de autores desconhecidos

A Multifoco se firmou no mercado editorial ao dar a escritores desconhecidos a oportunidade de publicar suas obras de graça. A editora, que já tem 500 lançamentos no catálogo, faturou R$ 1 milhão em 2010

                                por Ana Cristina Dib
Marcelo Corrêa  
 
"A ideia de abrir o negócio surgiu do trabalho de conclusão do curso de jornalismo do Leonardo Simmer, um dos meus sócios. Nosso sonho era montar uma editora voltada para escritores desconhecidos que topassem publicar suas obras em tiragens pequenas, com cerca de 50 exemplares. Começamos trabalhando em casa, em 2007. Gastamos R$ 500 para fazer a primeira edição. Os cem livros produzidos foram vendidos e quadruplicamos a quantia investida. Percebemos que nosso lucro viria do giro: o segredo era não ter material encalhado. Quando a empresa começou a decolar, em 2008, compramos, por R$ 300 mil, uma casa na Lapa, no Rio de Janeiro. Hoje o local abriga o escritório e um bar onde acontecem os lançamentos dos livros. Recebemos mensalmente cerca de 80 textos para análise. Destes, os 30 melhores são publicados — já lançamos 500 obras. Nosso diferencial em relação às outras editoras é oferecer o serviço de graça aos autores. Eles levam também uma comissão, que varia entre 5% e 15% por livro vendido. Fomentar a cultura e dar oportunidade a escritores que talvez jamais teriam a chance de ver suas obras impressas é o nosso principal objetivo. Alguns autores começam conosco e depois conseguem deslanchar.”
MULTIFOCO
Quem são: os amigos Leonardo Simmer, 29 anos (à esq. ), Marcelo Pinho, 30 (à dir. ), Thiago França, 29, Vitor Martins, 28, João Amorim, 26,e Bruno Miranda, 30
O que fazem: publicam livros de autores desconhecidos em tiragens pequenas

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI223602-17192,00-EDITORA%20FATURA%20PUBLICANDO%20LIVROS%20DE%20AUTORES%20DESCONHECIDOS.html

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Cinco tecnologias que transformam os negócios



Esteja atento (a) a cinco tecnologias que vêm transformando os negócios

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo.

“O mercado ainda está em fase de investimento e adaptação às tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado. Ainda falta quebrar a barreira do desconhecimento do enorme potencial das ferramentas disponíveis às empresas hoje em dia”, diz o executivo.

Na opinião de Sena, quando o gestor mergulha no universo das possibilidades tecnológicas e passa a explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que está no caminho certo.

“Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo”.

Ezequias Sena destaca as
cinco tecnologias que transformam os negócios:

1. Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente. “A internet aproximou as pessoas de forma antes impensada. Nunca foi tão rápido e fácil compreender o que o cliente necessita, deseja e em que está disposto a investir. Sem dúvida, hoje é mais rápido o processo de fidelizar consumidores de produtos e serviços utilizando a internet e tecnologias relacionadas.”; 

2. Cloud Computing. “A estratégia da computação na nuvem é permitir que se tenha acesso aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Essa possibilidade vem se fazendo presente cada dia mais e está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho. Ao invés de se apoiar num software, os recursos disponíveis no computador contam com respaldo de um programa instalado em algum lugar na internet, num servidor por sua vez instalado em um Data Center, gerenciado por especialistas em tecnologia. Esse tipo de nuvem também é classificado como ‘on demand’ ou SaaS (software as a service).”;

3. Redes Sociais. “Não há como ignorar a revolução que vem sendo empreendida pelo Facebook, Twitter, Orkut e todas as demais comunidades que atraem cada vez mais pessoas para a conexão em rede. As empresas devem aprender a tirar mais proveito desse networking em benefício próprio, ativando seus canais de marketing e de recrutamento de mão de obra especializada. Essas ferramentas certamente contribuem não só para o crescimento profissional e pessoal, mas também para melhorar a comunicação das empresas com todos os seus stakeholders, resultando em mais e melhores negócios”; 

4. Data Center terceirizado. “A decisão de terceirizar o banco de dados deve representar um plus no valor percebido da empresa. A terceirização propõe uma mudança não só estrutural, como cultural. Repensando sistemas e controles, a empresa passa a concentrar esforços em seu core business, no seu próprio negócio. Entre os principais ganhos com a terceirização de um Data Center estão a economia de esforços envidados para treinamento, infraestrutura                    e tecnologia – além de recursos com encargos trabalhistas; mais foco no plano estratégico de reengenharia de processos; e maior controle sobre as decisões estratégicas, permitindo estreitar relações com clientes e fornecedores.”

5. m-Commerce. “A revolução da telefonia móvel vem causando alvoroço em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais – ou seja, com agilidade, facilidade e segurança – para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição. No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular, já representa 11% dos aparelhos – que somam mais de 200 milhões. Trata-se de uma tendência que vai pegar”.

Ezequias Sena (Presidente da Online Brasil (http://www.onlinebrasil.com.br/), empresa que atua há 18 anos na indústria de TI e tem foco em Data Center Inteligente)

Portal HSM
06/05/2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Os negócios do amanhã


Um bar no qual o preço das bebidas alcoólicas sobe e desce de acordo com o número de pedidos; uma rede social onde os usuários se unem para ganhar até 50% de desconto em compras; uma loja que dá todos os produtos de graça; uma franquia de padarias que se instala em locais pouco usuais, como shoppings e hospitais; um site em que clientes dão notas para os seus advogados; uma rede de lojas de surfe que premia os clientes com banhos de água doce. Surpreendentes empreendimentos como esses vêm surgindo com força. Acompanham as transformações cada vez mais rápidas do comportamento do consumidor e as mudanças alucinantes da tecnologia. Para ajudá-lo a criar ou tornar um negócio antenado - e lucrativo -, identificamos dez tendências de mercado: 1) o luxo deu espaço ao exclusivo: o cliente quer se sentir especial; 2) fazer o bem é muito valorizado; 3) hoje há muitos recursos para pesquisar - e economizar; 4) as pessoas querem estar juntas e compartilhar tudo; 5) interatividade é o grande barato do momento; 6) o consumidor está impaciente e imediatista; 7) não dá mais para disfarçar: o produto ou serviço tem que ser realmente útil; 8) as empresas precisam ser transparentes, abrir o jogo; 9) bem-estar, equilíbrio: todo mundo quer ser feliz; 10) em um mundo conectado, onde ficam as referências? Natural haver uma volta às raízes. A melhor maneira de traduzir essas dez tendências (e 15 subtendências) é mostrar como 70 empreendedores no Brasil e no mundo estão conseguindo ganhar dinheiro com isso. Inspire-se.



Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI138591-17192,00-OS%20NEGOCIOS%20DO%20AMANHA.html


terça-feira, 3 de maio de 2011

O que o cliente espera de um bom vendedor?


A negociação precisa ser boa para os dois lados. Vendedor e cliente precisam ganhar na mesma proporção, ainda que a moeda seja diferente
Tenho observado na área comercial que os sales managers se preocupam em oferecer aos seus profissionais de vendas treinamentos, muitas vezes longos e desgastantes, sobre seus produtos e/ou serviços. Há, assim, um grande problema.

Orientados por tal estratégia, os gestores visam reforçar as características e qualificações do produto e/ou serviço, massificando tais profissionais a obterem todo o seu conhecimento, ao invés de treiná-los para entenderem a fundo a utilização do mesmo. Por obterem um feeling mais apurado, os vendedores mais intuitivos já seguem o melhor caminho e esta qualidade os permite posicionar seus produtos como verbos, não como substantivos.

Este tipo de venda, baseado na necessidade do cliente, onde o vendedor consegue ajudar o comprador a atingir uma meta, resolver um problema ou satisfazer uma necessidade, altera todo o conceito obsoleto que ainda é muito empregado pela área comercial das empresas. Os profissionais de vendas convencionais tendem a dar opiniões aos seus clientes, ao passo que os vendedores centrados no próprio cliente têm a tendência de elaborar e fazer perguntas relevantes.

Um simples case pode ilustrar o que estou abordando. Em minha época de hunter, ligava para um prospect constantemente e falava sobre as características do meu serviço, seus diferenciais e recursos, o importunando com informações sem entender o que o serviço ofereceria de vantagem para ele. Foram três meses de ligações, até que um dia obtive uma grande resposta, simples e educativa:

- Primeiramente preciso que você otimize meus custos e desmembre minha fatura por centro de custo. Quando as faturas chegam a minhas mãos, tenho que separá-las uma a uma e debitá-las nos respectivos centros. Se você conseguir me enviar separadamente, já facilitará muito o meu dia a dia.

Em suma, ao invés de enchê-lo com informações muitas vezes desnecessárias, consegui que me falasse o que realmente o faria comprar meu serviço. Além de efetivar a venda, ganhei sua credibilidade. Até hoje ele é meu cliente e costuma indicar meus serviços para diversas empresas.

Outro exemplo clássico e simplório nos ajuda a entender esta relação. A maioria das pessoas não gosta que digam a elas o que precisa ser feito, tampouco gosta que a controlem e muito menos pressionem. Assim também são os compradores.

As avaliações que fiz servem para alertar os gestores a fazer com que as empresas repensem o objetivo dos seus treinamentos. Os profissionais de vendas não podem somente ter foco no relacionamento com os clientes ou nas características de seus produtos. As corporações precisam treinar seus vendedores para focarem na real solução para a necessidade do cliente.

Surama Ozório (Gerente Nacional de Vendas da ClaireConference, empresa que oferece avançadas soluções de tele e web conferência para 154 dentre as 500 maiores companhias do Brasil)

Portal HSM
02/05/2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Redes sociais são importantes estratégias de marketing


Use a rede a seu favor. Essa tem sido a máxima da maioria das empresas que procuram criar estratégias de marketing por meio das redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos. Essa ferramenta permite que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.

A revista Inc elaborou algumas dicas para que você, empreendedor, saiba como usar as redes sociais para impulsionar o negócio e aumentar os lucros.

Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicaçãoO primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.

Envolva o seu público na rede
As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.

Realize promoções
Redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing do negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.

Tenha uma rotina nas atualizações
As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamenal para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.


Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/redes-sociais-sao-importantes-estrategias-de-marketing/

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Consumidores do futuro

Agências com foco no público jovem mostram quem são, do que gostam e como se comportam os clientes na faixa dos 14 aos 18 anos

Por Flávia Pinho
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Batizada de geração Z ou pós-Y (referências à geração Y, hoje na casa dos 20 e poucos anos), essa turma tem sido levada cada vez mais a sério pelos profissionais de marketing. “São jovens com melhor acesso a ferramentas de poder, como o estudo, mas que não vão à faculdade só pelo status. Eles buscam liberdade para decidir o futuro”, diz Laura Kroeff, da agência Box1824. “Na classe C, 68% estudaram mais que seus pais”, emenda Renato Meirelles, da Data Popular. Exigentes, informados e céticos, os adultos de amanhã não serão facilmente convencidos. “Para conquistar sua confiança, as empresas terão de ser transparentes e alinhadas aos seus valores”, avalia Marcos Calliari, da Agência Namosca. Veja abaixo seis lições para entender e falar a língua da geração Z.

IMEDIATISTAS E FOCADOS > Sonho de consumo? Esqueça. “É uma geração imediatista, que sonha pouco e alcança objetivos com facilidade”, diz Calliari. A palavra de ordem é meta – atingida cedo com a ajuda do acesso fácil ao crédito. Faz diferença até para os mais ricos, que podem começar a vida sem o apoio dos pais.

TUDO AO MESMO TEMPO, AGORA > O atual conceito de realização pessoal, focado na profissão, será coisa do passado. “Dará lugar à figura do sujeito que domina sua vida e seu tempo. Que trabalha no que gosta e quer fazer do hobby fonte de renda”, diz Laura. “Será a era dos médicos/DJs ou dos advogados/cervejeiros.”

MAIS QUE GLOBALIZADOS > Essa geração é globalista, pois vive o conceito plenamente e constrói relações pautadas na ausência de fronteiras. Os outros países não são meros destinos turísticos. “Eles viajam para se qualificar, ampliar conhecimentos e trocar valores”, avalia Meirelles.

EXIGENTES NA HORA DE COMPRAR > O consumo consciente será uma preocupação crescente nas classes mais altas — e a forma como as marcas lidam com justiça social e respeito ao ambiente pesarão na decisão de compra. Nas classes emergentes, a lua de mel com o recém-adquirido poder de consumo persistirá.

DONOS DO PRÓPRIO NARIZ > O empreendedorismo está na veia deles. “Os mais jovens se recusam a fazer dinheiro para os outros e, pelo acesso à informação, se sentem preparados bem mais cedo”, explica Laura. Criativos, serão experts em identificar novas oportunidades, carreiras e nichos de negócios inéditos.

EU SOU O QUE EU VISTO > No quesito moda, quanto mais alto o poder aquisitivo, maior a busca por diferenciação. Nos grupos de menor renda, o importante é a inclusão social. “Esse jovem quer se vestir de forma a não ser analisado de cima para baixo. Ele quer se sentir igual aos outros”, diz Meirelles.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Facebook Commerce: Ea$y and Social

A maior rede social do mundo acompanha tendências, se antecipa a tendências. E está, literalmente, em nossas mãos. O Facebook ainda pode lhe render muito dinheiro!

Nathan Sztamfater*
   Reprodução
As páginas de notícias dos principais jornais do mundo estampam diariamente as boas novas do Facebook. Ele está na moda e não deve sair tão cedo, bem como o e-commerce, que além de continuar na moda já faz parte das grandes corporações. Em 2011 teremos a grande mistura do comércio eletrônico com as redes sociais, resultando na tão falada experiência de comprar em grupo, ou Social Commerce.

O comércio eletrônico soma milhões de consumidores, milhões de vendas. O Facebook soma milhões de usuários e milhões de recursos de interatividade. Nada melhor que a integração desses dois milionários a um passo que mais uma vez, surpreende.

O conceito de e-commerce social ainda é embrionário no Brasil. Mas ao passo que novos conceitos avançam, a velocidade da aplicação dos mesmos também é igualmente proporcional às novidades. O Facebook anunciou recentemente o “sonho de consumo” dos varejistas e usuários virtuais: uma ferramenta específica para e-commerce.

Imagine a sua loja virtual dentro do Facebook. Sim, já é realidade. Imagine o seu seguidor poder comprar online dentro da rede social. Sim, também já é possível. Agora, imagine o seu e-consumidor criando uma página virtual da sua loja?

Acredito que esta será a evolução da estratégia de vendas “porta a porta”, tão utilizadas por empresas como Avon e Natura. Mas agora aliada ao Facebook.

Integrar uma loja virtual ao Facebook é o grande e primeiro passo que deve ser dado e, claro, com ferramentas e profissionais preparados para fazer dela o grande alvo de suas vendas. Essa nova e genial ideia dos donos da era das redes sociais permite uma infinidade de coisas, sendo a mais importante a capacidade de viralização quase que automática da sua marca.

A loja online na rede social permite alta interação dos usuários, permite a integração das ferramentas fantásticas e valiosas do Facebook com todo o processo de compra. Se o fato de podermos integrar o Facebook na loja virtual já é um grande passo, a facilidade de colocar a loja virtual dentro da rede social é um valiosíssimo salto.

Acredito que, muito além disso, caminhamos para algo antes inimaginável. A plataforma disponível no Facebook para uma loja virtual pode dar muito mais asas do que sonha a nossa vã filosofia. Sim, quem sabe em breve teremos usuários que poderão criar uma loja online com produtos de suas lojas preferidas, tornando o “boca a boca” digital cada vez mais poderoso e até uma fonte de renda extra para os formadores de opinião de cada marca. Se divulgar o serviço de uma boa loja já era prazeroso, imagine agora se você ganhasse para fazer isso?

Chegamos a um novo caminho. O consumidor dita as regras por conta da variedade de oferta, ainda maior que a demanda. Amadores e profissionais pegam carona em prol de um mesmo objetivo: ganhar dinheiro. Os profissionais antecipam e aplicam tendências. Na era das redes sociais, não há espaço para o amadorismo. Quem define se algo é bom ou ruim, excelente ou péssimo é o consumidor, ops, o e-consumidor. Ele fala mal ou bem da sua marca, ele pode vender... Ou não. Tudo depende do processo plantativo de quem priorizou cuidar de um bom produto e serviço no ambiente digital.

Estamos com a faca e o queijo na mão. Chegou a hora de automatizar o marketing “boca a boca”. Está cada dia mais fácil convencer empresas, cliente e facilitadores que a internet pode trazer benefícios que jamais teríamos no mundo offline.

Vamos crescer com quem prolifera a nossa comunicação, com quem tem o poder de expandir o nosso alcance. As lojas virtuais brasileiras têm alcance nacional quando falamos em vendas online. As redes sociais têm alcance mundial, mas, acima de tudo, elas falam com quem quer realmente ouvi-las. Em 2011, temos um longo e cuidadoso caminho a percorrer. Até 2014, há grandes chances de que cada brasileiro possa ter sua loja virtual na internet.

*Natan Sztamfater é CEO da Agência Digital CookieWeb, e Diretor da http://www.portcasa.com.br/



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tecnologias da casa do futuro se tornam itens básicos de prédios

Apartamentos para classe média oferecem pacote básico de automação.
Sistemas automatizados estão 50% mais baratos que há cinco anos.

Além da garagem para dois carros, churrasqueira e salão de festas, a automação residencial começa a fazer parte dos requisitos básicos dos apartamentos no Brasil. Com os preços das tecnologias caindo pela metade, a casa do futuro está mais perto da classe média brasileira.
Prédio OneBrooklin possui automação residencial (Foto: Laura Brentano/G1)
Prédios já trazem controle remoto que permite controlar até 12 equipamentos (Foto: Laura Brentano/G1)
A automação permite que o cliente, antes de chegar em casa, ligue o ar-condicionado, a TV, regule a iluminação do ambiente e abra as cortinas apenas clicando em uma tecla do celular conectado à internet. O cliente também pode controlar esses equipamentos a partir de um único controle remoto ou de uma tela sensível ao toque instalada na parede de casa.
Prédio OneBrooklin possui automação residencial tecnologia casa do futuro (Foto: Laura Brentano/G1)
Tela sensível ao toque na parede do apartamento é
opcional no 'OneBrooklin' (Foto: Laura Brentano/G1)
 
Empreendimentos para a classe média já oferecem um pacote básico de automação que permite controlar até 12 equipamentos eletrônicos. É o caso do “One Brooklin”, em São Paulo. O apartamento mais barato, de 64 metros quadrados, é vendido por R$ 460 mil.  A previsão é que o prédio fique pronto em dezembro de 2013.

“Não posso dizer que foi um fator crucial, mas com certeza ajudou muito na minha decisão”, conta Marcus Villalobos Mendes, de 26 anos, que comprou um apartamento de 85 metros no One Brooklin. Mendes faz parte do grupo de jovens ligados em tecnologia que estão buscando apartamentos com essas facilidades. Além de ser fã dos produtos da Apple – ele tem um iPad, um iPhone e um MacBook – Mendes trabalha na área tecnológica.

“Acredito que o público mais velho também passará a adotar porque a automação visa simplificar e automatizar os hábitos das pessoas. Além disso, a tecnologia está muito mais intuitiva”, diz Roberto Oliveira, diretor da Fast Life, nova operação de automação da Fast Shop e responsável pelo sistema do One Brooklin.

Prédio OneBrooklin possui automação residencial tecnologia casa do futuro (Foto: Laura Brentano/G1)
No lugar da chave, apartamento 'do futuro'
traz leitor digital (Foto: Laura Brentano/G1)

A facilidade de navegação é um dos motivos que Oliveira acredita ter popularizado a automação. “Além do preço, soluções complexas eram uma das barreiras que impediam os varejistas de entrar no negócio. Ouvimos histórias de clientes que gastaram R$ 100 mil e não conseguiram usar a tecnologia”, explica.

Tecnologia mais barata
Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), os preços de sistemas automatizados caíram pela metade nos últimos 5 anos e o número de projetos cresceu de 35% a 40% ao ano. “Na Aureside, registramos o dobro de fabricantes associadas em dois anos, o que mostra uma maior variedade de tecnologias no mercado”, conta José Roberto Muratori, engenheiro da Aureside. “As pessoas vivem em um universo tecnológico e já faz sentido para elas investir na automação”. Como exemplo, Muratori diz que um cliente gasta mais com um armário embutido do que com as soluções automatizadas.
Cada vez mais, o mercado vai exigir que os prédios venham
com automação"
 
Roberto Oliveira, diretor da Fast Life
Essas soluções começaram a aparecer como parte dos apartamentos há apenas um ano. “Entramos nessa área em 2009. Na ocasião, entregávamos apartamentos adaptados, caso o cliente optasse em colocar o sistema”, diz Sandra Germanos, gerente da incorporadora Stan, responsável pelo One Brooklin. No entanto, ela conta que a receptividade foi tão boa que a empresa decidiu oferecer algumas soluções no kit básico dos apartamentos.

"Não acho bom entregar um apartamento cheio de automação. Como a tecnologia precisa ser personalizada, a melhor opção é oferecer uma degustação ao consumidor. Assim, ele complementa aquele sistema com outras opções ao seu gosto", explica Muratori.

“A automação ainda é um diferencial, mas começará a ser uma oferta necessária. Cada vez mais o mercado vai exigir que os prédios já venham com a tecnologia”, diz Oliveira. “Hoje, as construtoras não entregam mais edifícios sem o sistema de câmeras de segurança. E isso é um exemplo bem próximo da automação. Se já abrimos o vidro do carro eletronicamente, porque não vamos fazer isso no nosso apartamento?”, questiona Muratori.

 
 




Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/tecnologias-da-casa-do-futuro-se-tornam-itens-basicos-de-predios.html

 
 
 
 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Fashion e sustentável, loja de departamento lança roupas 'conscientes'

Uma das mais renomadas lojas de departamento do mundo, a H&M aposta em tecidos ambientalmente corretos em nova coleção

'Conscious Collection': H&M lança coleção sustentável // 'Conscious Collection': H&M lança coleção sustentável(Divulgação)
A H&M, uma das maiores redes de lojas de departamento do mundo, lançará em abril a coleção Conscious Collection, uma linha de vestuário para mulheres, homens e crianças feita com materiais ambientalmente corretos, como o algodão orgânico, o TENCEL® e o poliéster reciclado.
Confira alguns dos destaques do catálogo da coleção nas fotos a seguir:

Tudo branco na H&M

Diferentes nuances de branco foram utilizadas nas peças minimalistas // Divulgação (Divulgação)
Diferentes nuances de branco foram utilizadas nas peças minimalistas
Diferentes nuances de branco foram utilizadas nas peças minimalistas e com pequenos detalhes em renda, Broderie Anglaise, folhos e drapeados.

Sustentável, fashion e acessível
Quem já é fã da marca por causa de suas roupas antenadas com as tendências da moda e disponíveis a preços acessíveis pode comemorar // Divulgação (Divulgação)
Quem já é fã da marca por causa de suas roupas antenadas com as tendências da moda e disponíveis a preços acessíveis pode comemorar
Quem já é fã da marca por causa de suas roupas antenadas com as tendências da moda e disponíveis a preços acessíveis pode comemorar, já que as peças estarão à venda em todas as lojas da H&M e custarão entre e £ 7,90 e £ 34,90.

Muito além do material orgânico

A sustentabilidade da coleção não se limita ao uso de algodão orgânico // Divulgação (Divulgação)
A sustentabilidade da coleção não se limita ao uso de algodão orgânico
De acordo com Diretora de Design da H&M, Ann-Sofie Johansson, a sustentabilidade da coleção não se limita ao uso de algodão orgânico.

"O que é possível fazer"

Para a diretora de design da loja, a coleção mostra que é possível fazer muito com tecidos sustentáveis // Divulgação (Divulgação)
Para a diretora de design da loja, a coleção mostra que é possível fazer muito com tecidos sustentáveis
"A possibilidade de criar atualmente um coordenado de moda total em materiais ambientalmente adaptados é enorme. Ao criar frequentes Conscious Collections teremos a oportunidade de mostrar numa ampla variedade de maneiras o que é possível fazer com mais tecidos ambientalmente sustentáveis," afirma Ann-Sofie Johansson, diretora de design da H&M.

Origem dos tecidos

Para confeccionar as roupas foram utilizados algodão e linho orgânicos, ou seja, cultivados sem uso de produtos químicos nocivos.

Outros tecidos

O poliéster foi produzido a partir reciclagem de garrafas PET ou desperdícios têxteis // Divulgação (Divulgação)
O poliéster foi produzido a partir reciclagem de garrafas PET ou desperdícios têxteis
Já o poliéster foi produzido a partir reciclagem de garrafas PET ou desperdícios têxteis, e TENCEL®, um material sedoso renovável, produzido com um impacto ambiental mínimo.

Estilo romântico para elas

Para as mulheres, a linha inspira-se em um estilo romântico atual // Divulgação (Divulgação)
Para as mulheres, a linha inspira-se em um estilo romântico atual
Para as mulheres, a linha inspira-se em um estilo romântico atual, com destaque para blusas, túnicas e t-shirts em Broderie Anglaise.

Look arrumadinho para eles

Já os homem poderão optar por um look preppy // Divulgação (Divulgação)
Já os homem poderão optar por um look preppy
Já os homem poderão optar por um look preppy, de blazer branco de dois botões, camisas sem colarinho e t-shirts de decote redondo aberto por botões.

Mais peças femininas

Vestidos compridos de folhos ou com inspiração grega, além de saias leves e esvoaçantes // Divulgação (Divulgação)
Vestidos compridos de folhos ou com inspiração grega, além de saias leves e esvoaçantes
Vestidos compridos de folhos ou com inspiração grega, além de saias leves e esvoaçantes, calções curtos, blazer branco, calças com pregas e lingerie em Broderie Anglaise e renda também fazem parte da coleção.

Mais opções para os homens

Outras opções para homens, como t-shirts estampadas e cavadas, calças jeans e formais também estarão disponíveis // Divulgação (Divulgação)
Outras opções para homens, como t-shirts estampadas e cavadas, calças jeans e formais também estarão disponíveis
Outras opções para homens, como t-shirts estampadas e cavadas, calças jeans e formais também estarão disponíveis. Os pequenos também poderão entrar na moda com vestidos de folhos, tops, saias e t-shirts.

Sensual e consciente

A coleção prova que é possível produzir roupas sensuais, estilosas e modernas até mesmo com materiais sustentáveis // Divulgação (Divulgação)
A coleção prova que é possível produzir roupas sensuais, estilosas e modernas até mesmo com materiais sustentáveis
A coleção prova que é possível produzir roupas sensuais, estilosas e modernas até mesmo com materiais sustentáveis.

Fonte: http://verde.br.msn.com/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=28242712&page=11



segunda-feira, 4 de abril de 2011

A página do Facebook da sua empresa pode te ajudar muito nos negócios


As mídias sociais estão cada vez mais presentes no universo dos empresários. Eles encontraram nas plataformas um eficiente meio para divulgar seus serviços e produtos, atrair novos clientes e, claro, estabelecer um diálogo com os interessados na empresa. Entretanto, novos espaços e possibilidades fazem surgir dúvidas e questionamentos. Qual é a melhor forma de utilizar esse espaço? Como otimizar os recursos que a rede social disponibiliza, e alavancar os negócios por meio de uma página da internet? A Inc Magazine fez uma seleção de 20 cases de sucesso de pequenos empresários e suas páginas no Facebook. A revista apontou em quais aspectos a utilização desse canal foi vantajosa para seus negócios. O fator predominante em todos os casos é o fortalecimento de um diálogo com o consumidor e a criação de uma rede de fãs de cada marca. Conheça a seguir alguns desses cases:

Bare Escentuals: página minimalista para diálogo com clientes
bare-escentuals-cosmetics
A empresa é pioneira no desenvolvimento de cosméticos com composição mineral e considera o Facebook uma ferramenta de diferenciação importante para a marca. Para Simon Cowell, diretor de marketing, a rede social funciona como um espaço para diálogo com os clientes, pois os comentários e observações postadas no Facebook servem como feed para a empresa, que redesenhou suas embalagens de produtos a partir dos comentários. 

Bonobos: página ativa gera feedback de usuário
bonobos
Para a Bonobos, loja online de roupas masculinas, o Facebook é uma parte crucial do seu modelo de negócio, sendo uma ferramenta poderosa para gerar novos clientes. A marca tem mais de 10 mil fãs na rede e utiliza o contato constante com os clientes para obter informações úteis sobre os produtos da empresa e experiências com o serviço.

Brendan Pub: Facebook foi ferramenta crucial para lançamento da empresa
brendans-irish-pub-and-restaurant
Antes do pub irlandês Brendam ser inaugurado na Califórnia, EUA, o diretor de marketing da empresa, Tyler Rex, criou a página e por meio de atualizações freqüentes e fornecimento de conteúdo dinâmico, conquistou uma rede prévia de contatos e clientes para o estabelecimento. Rex afirma que cada comentário postado na página é respondido.

Burt’s Bees: fãs podem comprar pelo Facebook e assistir vídeos do dia a dia da empresa
burts-bees
A empresa de 25 anos fabricante de produtos naturais para cuidados pessoais, Burt’s Bees, utiliza o Facebook como espaço para manter contato com seus fãs e clientes. “Por meio do Facebook, podemos introduzir novos produtos de forma mais interativa do que em anúncios impressos ou banner e oferecer um espaço onde os nossos consumidores podem se conectar uns com os outros”, explica Melissa Sowry, gerente de conteúdo de mídias sócias da empresa. De 2010 pra cá, a página da companhia dobrou a quantidade de fãs.

ECycler: utiliza seção de notas para publicação de série semanal que atrai interessados por reciclagem
ecycler
A Ecycler é uma empresa que ajuda seus clientes a instalarem mecanismos e rotinas de reciclagem em suas casas. Tim Laurent e Craig Robertson, co-fundadores da empresa, usam o Facebook como um canal de comunicação para os seus fãs e também para tornar o funcionamento interno do eCycler transparente. A empresa também produz uma série semanal de 30 segundos chamada “Crush that Can”, sobre reciclagem.



Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/internet/a-pagina-do-facebook-da-sua-empresa-pode-te-ajudar-muito-nos-negocios/

quarta-feira, 30 de março de 2011

Diferencie seu ponto de vendas, fortaleça sua marca e conquiste clientes.




O consumidor quer ser tratado como alguém especial, em um ambiente arquitetonicamente interessante, com aspectos de entretenimento e conforto, com funcionários educadíssimos e que saibam tratar uma pessoa com a medida exata de intimidade e respeito”. (Revista Científica UFPA)



Inúmeras pesquisas comprovam que consumidores são persuadidos à compra pela “experiência de compra”, ou seja, pelo momento, pela fantasia proporcionada nesse momento. Preço e qualidade deixam de serem diferenciais, sendo o básico, o mínimo esperado por qualquer cliente.
 
Atrair a Atenção, o Interesse, o Desejo e a Ação de compra requerem atitudes distintas e criativas por parte das empresas. Nesse processo, primordialmente, faz-se necessário o treinamento e desenvolvimento de toda a equipe, focando sempre, a plena satisfação dos clientes. 

Quando se fala em atendimento, existe uma busca incessante por parte do meio empresarial para encantar seus clientes, porém, o que se percebe no dia-a-dia é um elevado percentual de insatisfação e decepção por parte dos consumidores. Falta um relacionamento mais aproximado para com o eles, um atendimento mais customizado focado no perfil de cada um. Atendentes não olham nos olhos de seus clientes para perceberem o que realmente necessitam, não conseguem aproximarem-se de forma adequada, de gerar a tão sonhada satisfação de suas reais necessidades e desejos.

Para atender aos anseios de compras dos novos consumidores, as empresas devem proporcionar momentos únicos e mágicos, de forma, a despertarem o desejo de consumo. Para que isso aconteça, é vital, uma enorme dose de inovação, assim como, de uma generosa pitada de criatividade.

            Vender produtos já não basta, é necessário criar “experiência de compra”, gerar prazer no ato de adquirir mercadorias ou serviços, é essencial que, o ato de aquisição, seja surpreendente e inesquecível. Uma forma de extrapolar as expectativas do cliente, de tornar a compra algo único e encantador é recorrer aos sentidos, ou seja, sinestesia. Consumidores necessitam sentirem-se parte do ambiente, do que ele simboliza por meio do olfato, da visão e até mesmo, pela degustação.

            O Boticário, por exemplo, visa mais do que vender produtos, almeja comercializar sonhos, e, para isso, apresenta estratégias mais elaboradas, inspiradoras, que despertam em seus consumidores, o desejo, de sentirem-se, parte da marca.  Isso, apenas é possível, pela atenção especial, dedicada ao ponto de venda, de forma a provocar nas pessoas, o estímulo dos sentidos (tato, olfato e visão).


            A atuação do Boticário foca estimular o consumidor a entrar, tocar e provar seus produtos sem a interferência do vendedor. Para isso, conta com fachadas e vitrines atrativas, com ambiente interno que estimule a permanecer no ambiente, aumentando a probabilidade de compra e venda.

            Assim como no exemplo citado, sua empresa pode obter resultados positivos sem gastar muito. Confira algumas dicas:

·         Localização – Instale sua empresa em pontos de fácil localização, visualização, acesso e conforto. Investigue aspectos relevantes para seus clientes, tais como, estacionamento, proximidade de seu trabalho, etc.
·         Fachada – Capriche no visual de sua fachada. Ela é o seu cartão de visita. Valorize-a! Mostre que você é bom a partir dela. Utilize cores ligadas à sua atividade, caso possuir dúvidas, pesquise o significado das cores.
·         Vitrine – Pode ser pequena, contudo, deve ser atraente. Preocupe-se com a posição, organização, exposição e visibilidade.
·         Iluminação – Facilite a visualização de seus produtos. Falta de iluminação representa tristeza na percepção do consumidor. Pouca iluminação significa pouca atratividade do ambiente. Existem alternativas sustentáveis e baratas para clarear seu ambiente: janelas e portas grandes e de blindex, telhas transparentes, cores claras refletem luz e ajudam na iluminação, entre outras alternativas.
·         Layout - Disposição adequada de móveis, produtos, utensílios, ou seja, tudo que se encontra disposto na loja. Um bom layout significa o casamento da estrutura física, a entrada de matérias-primas, sua produção e boa circulação de pessoas.
·         Exposição dos produtos – A exibição dos produtos deve ser devidamente planejada, destaque seus produtos de forma a atrair a atenção, o interesse, o desejo e a ação de compra.
·         Uniformes dos atendentes – A apresentação dos funcionários pontua na construção de uma imagem positiva da empresa. Identifique seus funcionários, prefira cores e formas ligadas à sua atividade e marca. Cuidado com exageros.
·         Comunicação Interna – Mantenha sua empresa sinalizada, facilite o acesso das pessoas. Identifique sessões, departamentos, etc. Pense em cartazes com linguagem simples e direta para atrair a atenção e despertar a ação de compra.
·         Serviços – Agregue valor para seu cliente, ofereça mais do que ele espera (café, água, suco, espaço para descanso, atendimento vip, brindes...).

Faça sua loja falar sozinha. Crie, proporcione um ambiente que conte uma história.  Permita que seus clientes compreendam os valores de sua empresa. Utilize a criatividade, desperte a curiosidade, aguce os sentidos, desperte os desejos em seus clientes e alavanque de forma excepcional em suas vendas. Pense nisso!


Por Rosangela Andreazza