quarta-feira, 11 de maio de 2011

Editora fatura publicando livros de autores desconhecidos

A Multifoco se firmou no mercado editorial ao dar a escritores desconhecidos a oportunidade de publicar suas obras de graça. A editora, que já tem 500 lançamentos no catálogo, faturou R$ 1 milhão em 2010

                                por Ana Cristina Dib
Marcelo Corrêa  
 
"A ideia de abrir o negócio surgiu do trabalho de conclusão do curso de jornalismo do Leonardo Simmer, um dos meus sócios. Nosso sonho era montar uma editora voltada para escritores desconhecidos que topassem publicar suas obras em tiragens pequenas, com cerca de 50 exemplares. Começamos trabalhando em casa, em 2007. Gastamos R$ 500 para fazer a primeira edição. Os cem livros produzidos foram vendidos e quadruplicamos a quantia investida. Percebemos que nosso lucro viria do giro: o segredo era não ter material encalhado. Quando a empresa começou a decolar, em 2008, compramos, por R$ 300 mil, uma casa na Lapa, no Rio de Janeiro. Hoje o local abriga o escritório e um bar onde acontecem os lançamentos dos livros. Recebemos mensalmente cerca de 80 textos para análise. Destes, os 30 melhores são publicados — já lançamos 500 obras. Nosso diferencial em relação às outras editoras é oferecer o serviço de graça aos autores. Eles levam também uma comissão, que varia entre 5% e 15% por livro vendido. Fomentar a cultura e dar oportunidade a escritores que talvez jamais teriam a chance de ver suas obras impressas é o nosso principal objetivo. Alguns autores começam conosco e depois conseguem deslanchar.”
MULTIFOCO
Quem são: os amigos Leonardo Simmer, 29 anos (à esq. ), Marcelo Pinho, 30 (à dir. ), Thiago França, 29, Vitor Martins, 28, João Amorim, 26,e Bruno Miranda, 30
O que fazem: publicam livros de autores desconhecidos em tiragens pequenas

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI223602-17192,00-EDITORA%20FATURA%20PUBLICANDO%20LIVROS%20DE%20AUTORES%20DESCONHECIDOS.html

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Cinco tecnologias que transformam os negócios



Esteja atento (a) a cinco tecnologias que vêm transformando os negócios

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo.

“O mercado ainda está em fase de investimento e adaptação às tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado. Ainda falta quebrar a barreira do desconhecimento do enorme potencial das ferramentas disponíveis às empresas hoje em dia”, diz o executivo.

Na opinião de Sena, quando o gestor mergulha no universo das possibilidades tecnológicas e passa a explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que está no caminho certo.

“Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo”.

Ezequias Sena destaca as
cinco tecnologias que transformam os negócios:

1. Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente. “A internet aproximou as pessoas de forma antes impensada. Nunca foi tão rápido e fácil compreender o que o cliente necessita, deseja e em que está disposto a investir. Sem dúvida, hoje é mais rápido o processo de fidelizar consumidores de produtos e serviços utilizando a internet e tecnologias relacionadas.”; 

2. Cloud Computing. “A estratégia da computação na nuvem é permitir que se tenha acesso aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Essa possibilidade vem se fazendo presente cada dia mais e está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho. Ao invés de se apoiar num software, os recursos disponíveis no computador contam com respaldo de um programa instalado em algum lugar na internet, num servidor por sua vez instalado em um Data Center, gerenciado por especialistas em tecnologia. Esse tipo de nuvem também é classificado como ‘on demand’ ou SaaS (software as a service).”;

3. Redes Sociais. “Não há como ignorar a revolução que vem sendo empreendida pelo Facebook, Twitter, Orkut e todas as demais comunidades que atraem cada vez mais pessoas para a conexão em rede. As empresas devem aprender a tirar mais proveito desse networking em benefício próprio, ativando seus canais de marketing e de recrutamento de mão de obra especializada. Essas ferramentas certamente contribuem não só para o crescimento profissional e pessoal, mas também para melhorar a comunicação das empresas com todos os seus stakeholders, resultando em mais e melhores negócios”; 

4. Data Center terceirizado. “A decisão de terceirizar o banco de dados deve representar um plus no valor percebido da empresa. A terceirização propõe uma mudança não só estrutural, como cultural. Repensando sistemas e controles, a empresa passa a concentrar esforços em seu core business, no seu próprio negócio. Entre os principais ganhos com a terceirização de um Data Center estão a economia de esforços envidados para treinamento, infraestrutura                    e tecnologia – além de recursos com encargos trabalhistas; mais foco no plano estratégico de reengenharia de processos; e maior controle sobre as decisões estratégicas, permitindo estreitar relações com clientes e fornecedores.”

5. m-Commerce. “A revolução da telefonia móvel vem causando alvoroço em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais – ou seja, com agilidade, facilidade e segurança – para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição. No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular, já representa 11% dos aparelhos – que somam mais de 200 milhões. Trata-se de uma tendência que vai pegar”.

Ezequias Sena (Presidente da Online Brasil (http://www.onlinebrasil.com.br/), empresa que atua há 18 anos na indústria de TI e tem foco em Data Center Inteligente)

Portal HSM
06/05/2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Os negócios do amanhã


Um bar no qual o preço das bebidas alcoólicas sobe e desce de acordo com o número de pedidos; uma rede social onde os usuários se unem para ganhar até 50% de desconto em compras; uma loja que dá todos os produtos de graça; uma franquia de padarias que se instala em locais pouco usuais, como shoppings e hospitais; um site em que clientes dão notas para os seus advogados; uma rede de lojas de surfe que premia os clientes com banhos de água doce. Surpreendentes empreendimentos como esses vêm surgindo com força. Acompanham as transformações cada vez mais rápidas do comportamento do consumidor e as mudanças alucinantes da tecnologia. Para ajudá-lo a criar ou tornar um negócio antenado - e lucrativo -, identificamos dez tendências de mercado: 1) o luxo deu espaço ao exclusivo: o cliente quer se sentir especial; 2) fazer o bem é muito valorizado; 3) hoje há muitos recursos para pesquisar - e economizar; 4) as pessoas querem estar juntas e compartilhar tudo; 5) interatividade é o grande barato do momento; 6) o consumidor está impaciente e imediatista; 7) não dá mais para disfarçar: o produto ou serviço tem que ser realmente útil; 8) as empresas precisam ser transparentes, abrir o jogo; 9) bem-estar, equilíbrio: todo mundo quer ser feliz; 10) em um mundo conectado, onde ficam as referências? Natural haver uma volta às raízes. A melhor maneira de traduzir essas dez tendências (e 15 subtendências) é mostrar como 70 empreendedores no Brasil e no mundo estão conseguindo ganhar dinheiro com isso. Inspire-se.



Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI138591-17192,00-OS%20NEGOCIOS%20DO%20AMANHA.html


terça-feira, 3 de maio de 2011

O que o cliente espera de um bom vendedor?


A negociação precisa ser boa para os dois lados. Vendedor e cliente precisam ganhar na mesma proporção, ainda que a moeda seja diferente
Tenho observado na área comercial que os sales managers se preocupam em oferecer aos seus profissionais de vendas treinamentos, muitas vezes longos e desgastantes, sobre seus produtos e/ou serviços. Há, assim, um grande problema.

Orientados por tal estratégia, os gestores visam reforçar as características e qualificações do produto e/ou serviço, massificando tais profissionais a obterem todo o seu conhecimento, ao invés de treiná-los para entenderem a fundo a utilização do mesmo. Por obterem um feeling mais apurado, os vendedores mais intuitivos já seguem o melhor caminho e esta qualidade os permite posicionar seus produtos como verbos, não como substantivos.

Este tipo de venda, baseado na necessidade do cliente, onde o vendedor consegue ajudar o comprador a atingir uma meta, resolver um problema ou satisfazer uma necessidade, altera todo o conceito obsoleto que ainda é muito empregado pela área comercial das empresas. Os profissionais de vendas convencionais tendem a dar opiniões aos seus clientes, ao passo que os vendedores centrados no próprio cliente têm a tendência de elaborar e fazer perguntas relevantes.

Um simples case pode ilustrar o que estou abordando. Em minha época de hunter, ligava para um prospect constantemente e falava sobre as características do meu serviço, seus diferenciais e recursos, o importunando com informações sem entender o que o serviço ofereceria de vantagem para ele. Foram três meses de ligações, até que um dia obtive uma grande resposta, simples e educativa:

- Primeiramente preciso que você otimize meus custos e desmembre minha fatura por centro de custo. Quando as faturas chegam a minhas mãos, tenho que separá-las uma a uma e debitá-las nos respectivos centros. Se você conseguir me enviar separadamente, já facilitará muito o meu dia a dia.

Em suma, ao invés de enchê-lo com informações muitas vezes desnecessárias, consegui que me falasse o que realmente o faria comprar meu serviço. Além de efetivar a venda, ganhei sua credibilidade. Até hoje ele é meu cliente e costuma indicar meus serviços para diversas empresas.

Outro exemplo clássico e simplório nos ajuda a entender esta relação. A maioria das pessoas não gosta que digam a elas o que precisa ser feito, tampouco gosta que a controlem e muito menos pressionem. Assim também são os compradores.

As avaliações que fiz servem para alertar os gestores a fazer com que as empresas repensem o objetivo dos seus treinamentos. Os profissionais de vendas não podem somente ter foco no relacionamento com os clientes ou nas características de seus produtos. As corporações precisam treinar seus vendedores para focarem na real solução para a necessidade do cliente.

Surama Ozório (Gerente Nacional de Vendas da ClaireConference, empresa que oferece avançadas soluções de tele e web conferência para 154 dentre as 500 maiores companhias do Brasil)

Portal HSM
02/05/2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Redes sociais são importantes estratégias de marketing


Use a rede a seu favor. Essa tem sido a máxima da maioria das empresas que procuram criar estratégias de marketing por meio das redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos. Essa ferramenta permite que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.

A revista Inc elaborou algumas dicas para que você, empreendedor, saiba como usar as redes sociais para impulsionar o negócio e aumentar os lucros.

Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicaçãoO primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.

Envolva o seu público na rede
As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.

Realize promoções
Redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing do negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.

Tenha uma rotina nas atualizações
As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamenal para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.


Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/redes-sociais-sao-importantes-estrategias-de-marketing/

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Consumidores do futuro

Agências com foco no público jovem mostram quem são, do que gostam e como se comportam os clientes na faixa dos 14 aos 18 anos

Por Flávia Pinho
   Divulgação

Batizada de geração Z ou pós-Y (referências à geração Y, hoje na casa dos 20 e poucos anos), essa turma tem sido levada cada vez mais a sério pelos profissionais de marketing. “São jovens com melhor acesso a ferramentas de poder, como o estudo, mas que não vão à faculdade só pelo status. Eles buscam liberdade para decidir o futuro”, diz Laura Kroeff, da agência Box1824. “Na classe C, 68% estudaram mais que seus pais”, emenda Renato Meirelles, da Data Popular. Exigentes, informados e céticos, os adultos de amanhã não serão facilmente convencidos. “Para conquistar sua confiança, as empresas terão de ser transparentes e alinhadas aos seus valores”, avalia Marcos Calliari, da Agência Namosca. Veja abaixo seis lições para entender e falar a língua da geração Z.

IMEDIATISTAS E FOCADOS > Sonho de consumo? Esqueça. “É uma geração imediatista, que sonha pouco e alcança objetivos com facilidade”, diz Calliari. A palavra de ordem é meta – atingida cedo com a ajuda do acesso fácil ao crédito. Faz diferença até para os mais ricos, que podem começar a vida sem o apoio dos pais.

TUDO AO MESMO TEMPO, AGORA > O atual conceito de realização pessoal, focado na profissão, será coisa do passado. “Dará lugar à figura do sujeito que domina sua vida e seu tempo. Que trabalha no que gosta e quer fazer do hobby fonte de renda”, diz Laura. “Será a era dos médicos/DJs ou dos advogados/cervejeiros.”

MAIS QUE GLOBALIZADOS > Essa geração é globalista, pois vive o conceito plenamente e constrói relações pautadas na ausência de fronteiras. Os outros países não são meros destinos turísticos. “Eles viajam para se qualificar, ampliar conhecimentos e trocar valores”, avalia Meirelles.

EXIGENTES NA HORA DE COMPRAR > O consumo consciente será uma preocupação crescente nas classes mais altas — e a forma como as marcas lidam com justiça social e respeito ao ambiente pesarão na decisão de compra. Nas classes emergentes, a lua de mel com o recém-adquirido poder de consumo persistirá.

DONOS DO PRÓPRIO NARIZ > O empreendedorismo está na veia deles. “Os mais jovens se recusam a fazer dinheiro para os outros e, pelo acesso à informação, se sentem preparados bem mais cedo”, explica Laura. Criativos, serão experts em identificar novas oportunidades, carreiras e nichos de negócios inéditos.

EU SOU O QUE EU VISTO > No quesito moda, quanto mais alto o poder aquisitivo, maior a busca por diferenciação. Nos grupos de menor renda, o importante é a inclusão social. “Esse jovem quer se vestir de forma a não ser analisado de cima para baixo. Ele quer se sentir igual aos outros”, diz Meirelles.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Facebook Commerce: Ea$y and Social

A maior rede social do mundo acompanha tendências, se antecipa a tendências. E está, literalmente, em nossas mãos. O Facebook ainda pode lhe render muito dinheiro!

Nathan Sztamfater*
   Reprodução
As páginas de notícias dos principais jornais do mundo estampam diariamente as boas novas do Facebook. Ele está na moda e não deve sair tão cedo, bem como o e-commerce, que além de continuar na moda já faz parte das grandes corporações. Em 2011 teremos a grande mistura do comércio eletrônico com as redes sociais, resultando na tão falada experiência de comprar em grupo, ou Social Commerce.

O comércio eletrônico soma milhões de consumidores, milhões de vendas. O Facebook soma milhões de usuários e milhões de recursos de interatividade. Nada melhor que a integração desses dois milionários a um passo que mais uma vez, surpreende.

O conceito de e-commerce social ainda é embrionário no Brasil. Mas ao passo que novos conceitos avançam, a velocidade da aplicação dos mesmos também é igualmente proporcional às novidades. O Facebook anunciou recentemente o “sonho de consumo” dos varejistas e usuários virtuais: uma ferramenta específica para e-commerce.

Imagine a sua loja virtual dentro do Facebook. Sim, já é realidade. Imagine o seu seguidor poder comprar online dentro da rede social. Sim, também já é possível. Agora, imagine o seu e-consumidor criando uma página virtual da sua loja?

Acredito que esta será a evolução da estratégia de vendas “porta a porta”, tão utilizadas por empresas como Avon e Natura. Mas agora aliada ao Facebook.

Integrar uma loja virtual ao Facebook é o grande e primeiro passo que deve ser dado e, claro, com ferramentas e profissionais preparados para fazer dela o grande alvo de suas vendas. Essa nova e genial ideia dos donos da era das redes sociais permite uma infinidade de coisas, sendo a mais importante a capacidade de viralização quase que automática da sua marca.

A loja online na rede social permite alta interação dos usuários, permite a integração das ferramentas fantásticas e valiosas do Facebook com todo o processo de compra. Se o fato de podermos integrar o Facebook na loja virtual já é um grande passo, a facilidade de colocar a loja virtual dentro da rede social é um valiosíssimo salto.

Acredito que, muito além disso, caminhamos para algo antes inimaginável. A plataforma disponível no Facebook para uma loja virtual pode dar muito mais asas do que sonha a nossa vã filosofia. Sim, quem sabe em breve teremos usuários que poderão criar uma loja online com produtos de suas lojas preferidas, tornando o “boca a boca” digital cada vez mais poderoso e até uma fonte de renda extra para os formadores de opinião de cada marca. Se divulgar o serviço de uma boa loja já era prazeroso, imagine agora se você ganhasse para fazer isso?

Chegamos a um novo caminho. O consumidor dita as regras por conta da variedade de oferta, ainda maior que a demanda. Amadores e profissionais pegam carona em prol de um mesmo objetivo: ganhar dinheiro. Os profissionais antecipam e aplicam tendências. Na era das redes sociais, não há espaço para o amadorismo. Quem define se algo é bom ou ruim, excelente ou péssimo é o consumidor, ops, o e-consumidor. Ele fala mal ou bem da sua marca, ele pode vender... Ou não. Tudo depende do processo plantativo de quem priorizou cuidar de um bom produto e serviço no ambiente digital.

Estamos com a faca e o queijo na mão. Chegou a hora de automatizar o marketing “boca a boca”. Está cada dia mais fácil convencer empresas, cliente e facilitadores que a internet pode trazer benefícios que jamais teríamos no mundo offline.

Vamos crescer com quem prolifera a nossa comunicação, com quem tem o poder de expandir o nosso alcance. As lojas virtuais brasileiras têm alcance nacional quando falamos em vendas online. As redes sociais têm alcance mundial, mas, acima de tudo, elas falam com quem quer realmente ouvi-las. Em 2011, temos um longo e cuidadoso caminho a percorrer. Até 2014, há grandes chances de que cada brasileiro possa ter sua loja virtual na internet.

*Natan Sztamfater é CEO da Agência Digital CookieWeb, e Diretor da http://www.portcasa.com.br/